Salvação e Soberania de Deus: A Grande Comissão como a Expressão da Vontade Divina (III)

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III. AS TERCEIRA E QUARTA OPÇÕES: DEUS TEM DUAS VONTADES

A maioria dos teólogos, reformados ou não, reconhece que, nas palavras de John Piper, “A intenção de Deus não é simples mas complexa”[26], ou se a vontade de Deus é simples, ela é “fragmentada”[27]. Se o soberano Deus deseja a salvação de todos, provê redenção suficiente para todos, mas nem todos são eventualmente salvos e mesmo assim a vontade de Deus é ultimamente efetuada, então a vontade de Deus exibe uma complexidade que requer um entendimento em fases ou estágios. Teólogos têm empregado um contingente de categorias para descrever as duas vontades de Deus: a vontade divina de preceito, comando, ou permissão é geralmente contrastada com sua vontade decretal, soberana, ou eficaz. A maioria das posições são variações de um dos dois paradigmas: ou a abordagem das vontades oculta e revelada (opção três), ou a visão das vontades antecedente e consequente (opção quatro). Geralmente, teólogos reformados optam pelo paradigma das vontades revelada/oculta, enquanto teólogos não-reformados tomam a última.


Traduções Crédulas: Cinco Questões sobre Predestinação – Questão No. 1: Quando?

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Cinco Questões sobre Predestinação

Questão No. 1: Quando?

[(Excerto de “Os Erros do Calvinismo)]

por Christopher Chapman

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

O Desafio Calvinista:

Predestinação é inegável! A Bíblia claramente a ensina, e qualquer um que a negue tem que negar o ensino da Bíblia. Deus predestinou aqueles que escolheu salvar e trazer à fé em Jesus Cristo. Antes do mundo ser criado, e antes de qualquer pessoa ter feito algo bom ou mau, Deus decidiu que indivíduos ele salvaria. Ele não os salvou devido à fé que eles teriam nele, ou por qualquer bondade que estivesse neles, mas somente porque ele se agradou em salvá-los. Esta verdade é ensinada tão a fundo ao longo da escritura que ela não precisa de defesa. Só precisa de corações humildes que lancem fora o orgulho mundano do humanismo que tenta negar o direito de Deus de decidir quem será salvo.

A Resposta Bíblica:

Calvinistas interpretam erroneamente o ensino da Bíblia acerca da predestinação. O desafio acima é um exemplo perfeito de meia-verdade. As primeiras duas sentenças são completamente verdadeiras. Predestinação é uma doutrina bíblica que todo cristão bíblico deve aceitar. Calvinistas estão certos ao dizer que predestinação é bíblico. Mas o que não é bíblico é seu entendimento de tal doutrina.

Mórmons creem que Jesus é o Filho de Deus, o que é claramente ensinado na Bíblia. Mas eles também creem que Jesus é o espírito-irmão de Lúcifer. Em suas mentes ele nem sempre existiu e apenas se tornou um deus completo após finalizar sua obra na terra. Eles usam palavras bíblicas para descrever uma crença não-bíblica. Apesar de a doutrina da predestinação não ser tão crucial quanto a deidade de Jesus Cristo, calvinistas têm feito o mesmo com a predestinação que os mórmons têm feito com o ensino sobre Cristo. Eles tomaram uma doutrina bíblica e deram a ela um significado não-bíblico.

A fim de clarificar o ensino bíblico sobre predestinação iremos quebrar o tópico respondendo cinco questões.

Questão No. 1 “Quando?”

Pergunta: Quando Deus predestina?

Resposta: Algum momento antes de ele efetuar seu plano

Esta é claramente a mais fácil das cinco perguntas que responderemos. A resposta para esta questão, “Quando Deus predestina?” é encontrada na própria palavra. O prefixo “pre” significa “antes”. “Destinar” significa determinar algo. Então a palavra simplesmente significa que Deus determinou realizar algo antes do tempo sucedido para ele fazer.

Em Atos 2:23 Pedro diz a seus ouvintes que Jesus foi levado pelos líderes religiosos e políticos de seus dias para ser morto de acordo com o conselho e presciência de Deus. Deus teve um plano específico para entregar seu Filho como sacrifício pelo mundo. Ele teve seu plano desde antes de o mundo ser formado. Por esta razão Revelação 13:8 poderia falar sobre Jesus que ele foi o cordeiro morto desde a fundação do mundo (King James Version). Em sua infinita sabedoria ele anteviu que os líderes religiosos dos dias de Jesus teriam corações rebeldes e invejosos. De acordo com sua presciência ele decidiu colocar Jesus em suas mãos, tal que eles fizessem o que ele determinou de antemão que deveria ocorrer. E eles fizeram exatamente o que ele sabia que eles fariam; eles crucificariam Jesus pelo governo romano. Então Deus determinou o que ele faria, a saber, entregar Cristo como um sacrifício pelo mundo. E por este bom senso ele planejou exatamente como ele faria tudo ocorrer.

Em Atos 4 enquanto os crentes estavam orando sobre a perseguição que eles estavam sofrendo, eles mais uma vez trouxeram à lembrança o plano predeterminado de Deus em sacrificar Jesus pelas mãos dos homens rebeldes vivendo em Jerusalém. Mas desta vez eles usaram a mesma palavra que estamos tentando entender.

[27] Porque verdadeiramente se ajuntaram, nesta cidade, contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, não só Herodes, mas também Pôncio Pilatos com os gentios e os povos de Israel;

[28] para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho predeterminaram que se fizesse.{Atos 4:27-28 Almeida Recebida}

Lendo estas passagens paralelas lado a lado obtemos um significado melhor da palavra `predestinar’. Estas passagens ensinam que Deus tinha um plano definitivo sobre como ele estava por trazer Cristo à cruz. Mas o aspecto que queremos focar aqui é este plano não foi feito justamente durante a última semana da vida de Jesus, durante seus três anos de ministério, ou mesmo no momento de seu nascimento. Este plano foi determinado desde a fundação do mundo de acordo com a presciência de Deus. A palavra `predestinar’ simplesmente significa planejar algo à frente no tempo ou determinar algo de antemão.

Traduções Crédulas: Provérbios 21:1 por Daniel Gracely

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Eis um capítulo isolado do livro de Gracely, uma crítica escrita por um ex-calvinista.

Aqui, ele faz uma análise de mais um daqueles versos soltos usados por calvinistas desavisados a fim de avalizar sua marca registrada teológica. Conta-se que Lutero usou esta contra Erasmo. Mas não sei se Lutero seria tão inteligente ao rebater este texto, hehe!

Enfim, aqui Gracely aponta qual o significado que Salomão tinha em mente ao falar do rei guiado por Deus.

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Traduções Crédulas: A Ordem da Fé e Eleição no Evangelho de João: Vós não credes pois não sois das minhas ovelhas – II.A

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Parte II – Quem Pode Vir à Fé Em Cristo?

A. As Condições Suficientes no Evangelho de João: Observações Preliminares

Vamos começar reconsiderando as condições suficientes para vir à fé que são apresentadas por Jesus no Evangelho de João. As condições suficientes para vir à fé em Cristo são apresentadas por Jesus no Evangelho de João. As condições suficientes para vir à fé em Cristo apresentadas no Evangelho de João ocorrem em quatro passagens principais  6:25-70, 8:12-59, 9:40-10:21, e 17:1-26. Cada uma das três primeiras passagens descreve uma confrontação (ou série de confrontações) entre Jesus e os judeus, muitos dos quais eram resistentes ao Seu ensino (conf. 6:26,36,41-42,52,66; 8:13,33,37,40,45,48-49,52,59; 9:40; 10:20). Tais conversações entre Jesus e os judeus formam a espinha dorsal dos primeiros doze capítulos do Evangelho de João que precedem o Discurso do Cenáculo (contendo a quarta passagem em questão, 17:1-26, a Oração Sacerdotal) e os eventos da Paixão de Jesus. A principal questão recorrente no desenrolar do livro, especialmente nos primeiros doze capítulos, concerne a identidade de Jesus. Quem Ele é? É o Cristo – o Messias – ou outro alguém? A persistente repetição de Jesus ao longo disto é que Ele é, de fato, o prometido Messias que viria ou seria enviado pelo Pai no Céu (1:9,14; 3:2,13,17,19,31,34; 4:25-26,34; 5:23-24,36,38,43; 6:29,32-33,44,46,51,57,62; 7:16,18,28-29,33; 8:14,16,18,23,26,29,38,42; 9:4; 10:36; 11:27,42; 12:44-46,49; 13:3,20; 15:21; 16:5,28,30; 17:8,18,21,23,25; 20:21). A assertiva de Jesus é posta em contraste com as dúvidas sobre Ele expressas por muito de Israel, em especial os líderes religiosos. De fato, muitas das pessoas comuns ao que parece observavam os líderes para esclarecimento neste assunto, se impressionando que os líderes tenham concluído que Jesus era o Cristo (7:25-26). Muitos dos líderes, porém, foram insistentes em seu desejo de não dar qualquer aparência de terem aceito as assertivas de Jesus (7:47-49; 9:27-29; 19:15; conf. tb. 9:16).

É no contexto destes diálogos com os judeus que Jesus apresentou as condições suficientes e necessárias para vir em fé a Ele como uma maneira de explicar o contraste entre aquele que aceitavam e seguiam Ele como o Messias e aqueles que se recusavam a tal. Considere primeiro as palavras de Jesus aos judeus de que “Quem é de Deus, ouve as palavras de Deus; portanto vós não as ouvis porque não sois de Deus” (8:47). Como discutido acima, este é um dos versos críticos nos quais Jesus afirma uma condição suficiente para ter fé nEle, a saber, “pertencer a Deus”. Como tal, a afirmação de Jesus aqui paraleliza suas palavras em 10:26 de que “Mas vós não credes, porque não sois de minhas ovelhas[…]”. Cada um deses versos apresenta uma condição de identidade em quem pode vir à fé em Jesus, a saber, aqueles que são filhos de Deus (isto é, “pertencem a Deus”) e aqueles que são ovelhas de Cristo. Em cada caso, apenas aqueles que satisfazem a dada identidade participam do resultado final, a saber, “ouvir as palavras de Deus” (8:47) ou “crer” (10:26). O forte paralelismo entre estes versos sugere que a palavra “ouvir” em 8:47 tem significado igualado a “crer” em 10:26. Quer dizer, “ouvir” não se refere simplesmente à sua percepção ou entendimento das palavras de Jesus, mas a ouvir no sentido de receber e crer nas Suas palavras.

Porém, mesmo isto não é o suficiente, porque o contexto de 8:47 nos informa que os judeus os quais Jesus declarou nesta passagem que não podiam “ouvi-Lo” já haviam de fato “posto sua fé nEle” e “crido nEle” (8:30-31). Devemos concluir que a “fé” e “crença” deles era em algum sentido deficiente e não se igualava a terem verdadeiramente “ouvido” Jesus. Este paradoxo se clareia enquanto seguimos a passagem: quando Jesus desafiou estes mesmos judeus a demonstrarem a validade da sua fé “aderindo” ao seu ensino e então provando que de fato eram seus discípulos (verso 31), com o resultado de que eles “conheceriam a verdade” e seriam libertos (verso 32), eles começaram a resistir à autoridade de Jesus e insistiram que eles sempre foram livres filhos de Abraão (verso 33) e em último caso, filhos de Deus (verso 41). Neste ponto Jesus disputou a alegação deles, argumentando que o seu latente desejo de matá-lo mostrava que a palavra de Jesus não tinha lugar neles (verso 37) e pertenciam a seu pai, o diabo (verso 44). Consequentemente eles eram incapazes de ouvir o que Jesus dizia (verso 43). Claramente, Jesus estava sugerindo nesta passagem que “ouvir” suas palavras é mais do que meramente exercer fé em um nível cognitivo como aqueles judeus aparentemente fizeram. Em vez disso, ouvi-lo é adotá-lo como com a mais profunda e leal fé de um discípulo, comprometer-se a verdadeiramente seguir Cristo em obediência e auto-renúncia (cf. Mt 16:24-25).

Retornado ao ponto original acima, a essência das assertivas de Jesus em 8:47 e 10:26 é que tal fé leal em Cristo (o “ouvir” descrito em 10:26) é impossível para aqueles que já não “pertencem” a Deus, que não são filhos de Deus em vez de filhos do diabo, e que não são ovelhas de Cristo. A satisfação de tais condições de identidade vem antes e é logicamente anterior à fé em Cristo, e não vice-versa.

Além disso, note que Jesus explicitamente associa estas condições de identidade com outra das condições suficientes para vir à fé em Cristo, a saber, ser dado pelo Pai para o Filho (6:37; 10:29; 17:1-2,6,9,24). Em 17:6 Jesus diz ” Eram teus, e tu os deste a mim”, e em 17:9 “Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me tens dado, porque são teus”. Semelhantemente, Jesus disse que suas ovelhas lhe foram dadas pelo Pai (10:29a). Estas várias passagens paralelas sugerem fortemente que aqueles que pertencem ao Pai são do mesmo conjunto dos que são considerados ovelhas de Cristo, todos eles dados pelo Pai para o Filho e que portanto viriam a Cristo em fé (6:37).

A questão que naturalmente surge destas observações é “O que significa, então, no contexto destes versos, ser um filho de Deus, pertencer ao Pai, e ser uma das ovelhas de Cristo?”. Normalmente referimos a tais termos como se referindo aos crentes cristãos (e tal uso é vastamente atestado no Novo Testamento, como em Jo 1:12, Rm 8:14f; Gl 3:26), e ainda assim Jesus claramente usa estes termos nas passagens consideradas acima para referir-se a uma condição que precede a fé em Cristo, pois como ele fala em 8:37 e 10:26, é a ausência de tal condição que impede a emergência da fé em Cristo, não o contrário.

Calvinistas, como dantes notado, interpretam estes termos “pertencer” a Deus e ser uma das ovelhas de Cristo como se referindo aos eleitos (entendidos como um grupo definido incondicionalmente escolhido de indivíduos específicos) antes de (e seguido por) sua regeneração, chamada eficaz e vinda à fé. Creio que existe uma interpretação alternativa, porém, que faz melhor sentido à luz do contexto em que Jesus fez tais afirmações: Aqueles a quem Jesus se referia como pertencendo a Deus e sendo suas ovelhas estão entre aqueles da sua audiência judaica que voluntariamente viviam numa correta relação de aliança com Deus debaixo dos termos revelados no Antigo Testamento, e que estavam portanto preparados para receber o Messias prometido quando ele surgisse para a nação de Israel. A fim de fazer o caso para esta interpretação, será necessário aguardar um pouco e primeiro considerar o contexto histórico mais amplo para as observações de Jesus. Para tal vamos nos voltar para o Antigo Testamento.

Traduções Soltas: Comentário Rápido Sobre Romanos Nove

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Este é um post curtinho. É a resposta do Richard Coords, autor do site ExaminingCalvinism, a um rápido comentário. Ele trata da perspectiva arminiana em Romanos Nove, de uma maneira bem resumida.

Eis:

Você comentou sobre os direitos soberanos do oleiro.

O entendimento arminiano de Romanos 9 é diferente do dos irmãos calvinistas, não apenas no entendimento nações VS indivíduos, mas em termos de com quem Paulo está falando. Arminianos creem que Paulo está persuasivamente argumentando com o judeu não-convertido. (Veja Romanos 2:17 no qual Paulo especificamente interpela o judeu. Paulo torna sua atenção aos gentios em Romanos 11:13, a fim de que não tenham orgulho em seu enxerto. Logo após, Paulo volta sua atenção à Igreja como um todo quando discutindo obediência às autoridades governantes e sua visita à igreja.)

Arminianos creem que em Romanos 9:1-3 Paulo estabelece o tom para o diálogo, com suas melhores intenções no coração, e cogita isto, pelo que ele estará a dizer. Paulo menciona que os judeus pensam que eles são salvos em virtude de serem filhos de Abraão (Rm 9:7) e Paulo imediatamente lhes traz Ismael e Esaú, ambos filhos de Abraão, e mesmo assim não compondo o povo da aliança de Deus, que tinha o efeito de mostrar aos judeus não-convertidos que eles não podem simplesmente confiar em serem filhos de Abraão. Paulo acrescenta que a graça não advém de “querer e correr”. Se Paulo está no diálogo com o judeu não-convertido, então o seu “querer e correr” é referente aos esforços judeus de manter a Lei, e merecer a misericórdia de Deus, ao que Paulo aponta que a misericórdia de Deus não é engatilhada pelo manter a Lei.

Paulo então traz o ponto sobre Moisés e Faraó, que é relativo ao endurecimento. Nenhum judeu poderia rejeitar que Deus foi perfeitamente justo ao endurecer Faraó, já que Faraó era o Hitler da antiguidade. Porém, Deus tem mais justificativa em endurecer os judeus do que no caso de Faraó, porque os judeus receberam mais luz que Faraó. A Escritura alerta Israel em Jeremias 18:1-13 que Deus disse que os endureceria como o oleiro endurece o barro, a não ser que Israel voltasse para Ele. De acordo com Isaías 65:2, Deus estendera Seus braços de graça para Israel todos os dias, mas Israel rejeitou Seus esforços amorosos em reuni-los, como como a galinha que reúne seus pintinhos. Este endurecimenrto foi executado de acordo com Isaías 6:9-10. O endurecimento foi mostrado ser completado em Jo 12.

A fala do endurecimento em Romanos 9 fora em referência a Israel (como parte da continuação do diálogo em Romanos 9:1-3), e é entrelaçado com o conceito de “pedra de tropeço”, o qual é também referenciado em Rm 9. Em Rm 11:25, o endurecimento é mostrado como sendo um endurecimento parcial dos judeus, até o tempo dos gentios se completar. O conceito de endurecimento não é um processo mágico, mas em vez disso tem a ver com o sistema de valores da pessoa.

Os judeus não valorizavam o que Deus valorizava. Então, quando Deus enviou Seu Messias, Ele não O enviou para resgatar os judeus descrentes. Em vez disso, Deus enviou Seu Messias com o mesmo exato sistema de valores que o Seu próprio, sistema este que os judeus rejeitaram. Os judeus valorizavam poder, onipotência e soberania. Deus tem estas coisas, mas elas não O definem. Deus valoriza misericórdica, compaixão, amor, humildade, fé e perdão, e o povo rejeitou a substância de Deus. Então a “pedra de tropeço” é um fator do Messias de Deus, Jesus Cristo, sendo reflexão dos valores de Deus, em completo contraste aos valores da pessoa, e portanto Eles rejeitaram o Filho também. Se eles amassem Deus pelos Seus valores, então eles teriam amado o Filho que espelhava tais valores, e não tropeçariam na pedra de tropeço, e Jesus não seria uma pedra de tropeço afinal.

É disto que se trata Romanos 9: Deus foi paciente com Israel, vasos preparados para destruição, porque eles rejeitaram a graça de Deus dirigida a eles (veja Is 65:2). Em Rm 9:20, Paulo antecipa esta reação por serem endurecidos. A parte do “quem é você, homem” é o mesmo homem de Romanos 2:17, que é parte do diálogo que se prossegue.

Então, arminianos têm um entendimento amplamente diferente dos seus irmãos calvinistas.

LINK para o comentário original.