Traduções Crédulas: Romanos 13: Comandado pelo Pecado, Ordenado pelo Amor

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Pois bem, como dantes afirmado, vou postar algumas variedades. Em especial, algo que estou estudando e me fascinou: anarquismo cristão!

Aqui, neste artigo, teremos uma argumentação acerca de uma passagem muito usada para se defender uma espécie de letargia cristã sobre ser contra “Estados democráticos e legitimamente constituídos pelo próprio Deus” (ainda que isto implique bater palmas para ditadores e psicopatas de colarinho branco).

Sim, agora Credulo também é política! Enfim, espero, como sempre, que leiam e reflitam.

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Traduções Crédulas: O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte IV de IV

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O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte IV de IV

John MacArthur afirma que o livro contém os nomes de todos que foram “escolhidos para salvação”. Como calvinista, isto quer dizer que Deus incondicionalmente os elegeu para salvação, e eles receberão a chamada eficaz interna, graça irresistível, resultando em regeneração seguida de uma inevitável escolha livre para crer. Imediatamente seguindo seguindo essas palavras ele diz “Descrentes, cujos nomes não estão anotados no livro da vida, perecerão, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos (2Ts 2:10). Escritura também ensina que os infiéis serão julgados porque não creram na verdade mas tomaram prazer na malignidade (2Ts 2:12). Enquanto os eternamente eleitos são salvos mediante fé no Senhor Jesus Cristo (Jo 3:16, 5:24; At 13:39, 16:31; Rm 3:22-30, 4:5, 10:9-10; Gl 3:22-26; Ef 2:8-9), os não eleitos são perdidos porque se recusam a crer no evangelho (Jo 3:36; Rm 1:18-32, 2:8; 2Ts 1:8-9; 1Pe 2:8, 4:17). Descrença e rejeição sempre indicam tais pessoas cujos nomes não foram inscritos … no livro da vida” [i]

Como um calvinista desencantado, eu diria a mesma coisa sobre estas Escrituras como MacArthur o fez, mas a verdade do calvinismo transmogrifica estas afirmações e o que elas implicam. A verdade do calvinismo é que aqueles fora do livro não podem receber o amor da verdade para serem salvos; os infiéis não creem porque não podem crer. E mais, os eternamente eleitos não recebem salvação pela fé – fé como a primeira parte da salvação ou da condição de salvação – porque eles na realidade recebem salvação mediante eleição incondicional que é executada pela regeneração forçada e é seguida por um inescapável ato livre de fé. Finalmente os não-eleitos não são perdidos porque eles meramente se recusam a crer no evangelho – claramentente implicando que eles poderiam ter crido – mas em vez disso eles recusam o evangelho porque Deus não escolheu elegê-los mas em vez disso deixá-los fazer aquilo que eles somente poderiam fazer, que é recusar. Esta é uma realidade inquietante.

Calvinismo não é privado de paixão em ver os perdidos vindo a Cristo. Não obstante, se a lógica prevalece, é apenas uma paixão vertical. Quer dizer, é uma paixão de cumprir o mandamento de Deus, de ser usado por Deus para reunir seus eleitos. Não pode ser uma paixão horizontal do Espírito, o que é um peso, amor e pesar por todos os perdidos do mundo, ou mesmo para cada indivíduo particular, de vir a conhecer Cristo. Pois o Deus do calvinismo nem memso tem tal paixão. A paixão de um calvinista consistente não é de fato dirigida para o indivíduo mas sempre para Deus, o que alguns calvinistas se deleitariam como justificando o calvinismo. Porém, isto só é verdadeiro se a Escritura apoiar, e eu não penso que seja o caso. Além do mais, se o calvinismo é verdadeiro, a não ser que o calvinista saiba que Deus verdadeiramente trouxe para ele um de Seus eleitos – o que parece impossível de saber objetivamente – o calvinista precisa recusar a dar paixão horizontal porque ela poder ser mero sentimento humano ou influência satânica, ambas contrárias à paixão divina.

A paixão do calvinismo não pode ser logicamente consistente com o calvinismo, sendo dirigida aos perdidos da mesma forma que a simples leitura da Escritura retrata a paixão de Deus, Cristo, Paulo ou dos outros por todos, cada pessoa, cada perdido no mundo. Se um calvinista é tão disposto, é uma inconsistência com o calvinismo em vez de um corolário do calvinismo. Esta é uma realidade inquietante. Como calvinista eu negava – duplifalava – a veracidade desta conclusão, mas como calvinista desencantado, sua verdade é inegável.

E quanto aos espantalhos? Piper diz “isto representa a eleição livre e incondicional de Deus antes de sequer termos nascido ou feito qualquer coisa para merecer a bênção de Deus” [ii]. Porém, não estou certo que Piper está incluindo o exercício da fé como meritório, é comum para calvinistas acusar qualquer um que creia que Deus condiconou a recepção da salvação à fé como adicionar obras. Esta caricatura pelos calvinistas é na realidade um espantalho não-bíblico. A Escritura é clara que a oferta de salvação é incondicional, mas a condição de recebê-la é a fé habilitada pela graça (Jo 3:16, 8:24).

Além disso, o crente não leva crédito pela fé porque não existe absolutamente nenhum mérito na fé, porque fé é a antítese de obras (Rm 4:2-5). Fé é o meio para receber, não a razão para receber. Fé é desistir de si mesmo e colocar toda esperança em outrem. Fé é o total abandono de toda e qualquer esperança de oferecer qualquer coisa de nós mesmos para obter favor divino ou firmar a nós mesmos diante de Deus. Além disso, fé é a condição para receber salvação, mas não a condição para a oferta da salvação (Ef 2:8-9). Ademais, a razão para uma pessoa ser capaz de receber é a graça de Deus. Fé é um dom de Deus, mas não no sentido de Deus somente dando o dom a alguém. Fé é um dom de Deus porque dá ao homem a capacidade de crer, a possibilidade de crer, o conteúdo do crer, a persuasão da verdade, e a habilitação do indivíduo para a fé[iii].

Paulo afirma “Portanto, é pela fé, para que seja pela graça; a fim de que a promessa seja firme a toda a descendência, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai de todos nós” (Rm 4:16. Veja também Rm 10:3-5). Portanto, a declaração de Paulo de que fé é de acordo com a graça está em direto contraste com os pronunciamentos de muitos calvinistas. Portanto, sendo de acordo com a graça, ela não é de forma alguma meritória ou obra. John Walvoord nota, “Responder em fé à promessa de Deus não é meritório, porque a promessa floresce de Sua graça, Sua disposição em favor daqueles que merecem Sua ira. O exercício humano da fé é simplesmente a resposta pré-requisito da confiança em Deus e na Sua promessa. Desde que fé e graça andam juntas, e desde que a promessa é pela graça, a promessa só pode ser recebida pela fé, não pela Lei”[iv].


[i]John MacArthur, Revelation 12-22, 49 (Chicago, Ill.: Moody Press, 2000).

[ii] http://www.desiringgod.org/resource-library/taste-see-articles/late-night-meditations-on-the-book-of-life accessed 4/9/11

[iii] Robert E. Picirilli, Grace, Faith, Free Will – Contrasting Views of Salvation: Calvinism and Arminianism, (Nashville: Randall House, 2002), 167.

[iv]John F. Walvoord, Roy B. Zuck and Dallas Theological Seminary, The Bible Knowledge Commentary : An Exposition of the Scriptures, (Wheaton, IL: Victor Books, 1983-c1985), 2:454. Walvoord é um calvinista de quatro pontos. Consequentemente, ele pode colocar regeneração antes da fé, mas eu não estou certo sobre, então eu tomo esta afirmação em seu valor de face.

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Autor: Ronnie Rogers

Título Original: The Lamb’s Book of Life: Who’s In and Who’s Out? By Ronnie Rogers – Part 4 of 4

Fonte: http://sbctoday.com/2012/07/21/the-lamb%E2%80%99s-book-of-life-who%E2%80%99s-in-and-who%E2%80%99s-out-by-ronnie-rogers-%E2%80%93-part-3-of-4/

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Traduções Crédulas: O Livro da Vida do Cordeiro – Quem Está Dentro? Quem Está Fora?

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O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte I de IV

Este título é do capítulo 16 do livro do Pastor Ronnie Rogers, “Reflections of a Disenchanted Calvinist”. Obviamente, o assunto é eleição. O autor permitiu a SBCToday postar o capítulo todo. Com umas 4.000 palavras, o capítulo aparecerá em quatro fascículos. Este é o primeiro.

Eu afirmo que o Livro da Vida do Cordeiro contém todos os nomes daqueles que já foram ou ainda serão salvos. Eu afirmo também que os nomes foram escritos no livro desde a eternidade passada (Rv 13:8). Eu ainda afirmo que aqueles no livro ali estão devido a exercerem a fé habilitada pela graçapara salvação e poderia ter feito de outra forma, e aqueles fora do livro poderiam estar ali exercendo fé habilitada pela graça.

Os meios desta habilitação da graça incluem mas não estão limitados a: convicção do Santo Espírito (Jo 16:7-11), obra do Santo Espírito (Hb 6:1-6), bom solo (Mt 13:1-23), e o poder do Evangelho (Rm 1:16). Além disso, eu afirmo que o homem, devido a estas graciosas provisões e obras de Deus, pdoe escolher buscar Deus, assim como os bereanos, dos quais se diz que devido eles terem estudado a Escritura, muitos deles creram (At 17:12). Adicionalmente, ninguém pode vir a Deus sem Deus trazer (Jo 6:44), e que Deus está trazendo todos os homens (Jo 12:32). A mesma palavra grega para trazer, helkuw, é usada em ambos os versos. “Aproximadamente 115 passagens condicionam salvação ao crer somente, e por volta de 35 à fé simplesmente”[i]. Outras habilitações da graça podem incluir obras providenciais em outras pessoas, situações, e tempo ou circunstâncias que são parte de uma graça para prover o momento ótimo para um indivíduo escolher seguir Cristo.

Eu desafirmo que o livro contenha os nomes daqueles que Deus elegeu salvar mediante regeneração monergística e que aqueles que não estão no livro são os que Ele elegeu para voluntariamente abandonar. Eu desafirmo que “o livro da vida é sinônimo da lista daqueles que são eleitos e predestinados para vida eterna”[ii]. Eu também desafirmo que exercer fé habilitada pela graça é de alguma forma meritório. Eu adicionalmente desafirmo que fé é obra e que não é requerida antes da regeneração e justificação (Rm 3:27-28, :5). Paulo diz “Portanto, é pela fé, para que seja pela graça; a fim de que a promessa seja firme a toda a descendência, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai de todos nós” (Rm 4:16. Veja também Rm 10:3-5). Portanto, a declaração de Paulo que fé é de acordo com a graça está em franco contraste com os pronunciamentos de muitos calvinistas que fé é obra. Portanto, sendo de acordo com a graça, ela não é de forma alguma obra meritória.

Todos concordam que o “livro da vida” contém os nomes dos redimidos; a discórdia concerne o que determina se o nome é gravado no livro. O que se segue é para clarificar o que calvinistas querem dizer quando se referem ao livro, e o que eu, junto com outros não-calvinistas, quero dizer. Eu irei interagir com dois calvinistas olhando Rv 13:8 sob as seguintes áreas: O que o texto diz? O que os calvinistas dizem? O que o texto não diz? Por que o duplipensar? E quanto aos espantalhos?

O que o texto diz? Falando sobre o período da tribulação e daqueles que adorarão a besta (anticristo) João diz “E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”. Este livro é especificamente referenciado seis vezes em Revelação. Ele é chamado “o livro da vida” (3:5, 17:8, 20:12,15), “o livro da vida do cordeiro” (21:27) e na passagem passada é chamado “o livro da vida do cordeiro que foi morto”[iii]. Nenhuma das ocorrências explicita o que determina se alguém é excluso ou incluso no livro.

O que calvinistas dizem? Calvinistas veem o livro como um registro dos nomes daqueles que Deus incondicionalmente selecionou para salvar mediante regeneração monergística. John MacArthur afirma “o livro da vida pertencente ao Cordeiro, o Senhor Jesus, é o registro no qual Deus inscreveu os nomes daqueles escolhidos para salvação antes da fundação do mundo”[iv] (itálico adicionado). Agora é importante notar que os eleitos não são aqueles que recebem de Deus o dom da salvação mediante fé, mas aqueles “escolhidos para salvação”.

John Piper reporta “o ‘livro da vida’ é uma lista de todos os eleitos que Deus escolheu antes da fundação do mundo. Ser escrito nele é estar seguro no amor eletivo soberano de Deus … Eu argumentei de Rv 17:8 que os nomes são escritos no livro da vida ‘antes da fundação do mundo’ e que isto representa a eleição livre e incondicional antes de termos nascido ou de termos feito qualquer coisa para merecer a bênção de Deus”[v]. No mesmo artigo ele diz “No Novo Testamento o livro da vida é sinônimo da lista daqueles que são eleitos e predestinados para a vida eterna”[vi].

Ambos têm concluído que o livro contém os nomes daqueles que Deus “incondicionalmente” elegeu para salvação à parte da fé. Apesar de o calvinismo ensinar que fé é requerida para completar o processo de salvação, ela enfaticamente não é condição para receber salvação ou ser escrito no livro da vida. Na realidade, calvinistas creem que Deus escreveu os nomes dos eleitos no livro, e então Jesus morreu pelos seus pecados. O evangelho eficazmente os chama à salvação, um chamado que eles não podem responder exceto se Deus monergisticamente os regenerar; somente então eles são feitos tal que possam livremente exercer fé em Cristo, o que eles farão porque não podem descrer. Para atestar, o livro anota os eleitos de Deus, ainda que à parte de crer, escolher etc.


[i] Chafer, Systematic Theology, vol. VII, 273-274.

[ii] http://www.desiringgod.org/resource-library/taste-see-articles/late-night-meditations-on-the-book-of-life Acessado 9/4/11

[iii] Algo semelhante é referenciado no Antigo Testamento (Ex 32:32ff; Sl 69:28) e no Novo Testamento (Lc 10:20).

[iv]John MacArthur, Revelation 12-22, 50 (Chicago, Ill.: Moody Press, 2000).

[v] http://www.desiringgod.org/resource-library/taste-see-articles/late-night-meditations-on-the-book-of-life Acessado 9/4/11

[vi] Ibid.

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Autor: Ronnie Rogers, Site: http://sbctoday.com/2012/07/18/8942/

Título Original: The Lamb’s Book of Life: Who’s In and Who’s Out?- Part 1 of 4

Fonte: http://sbctoday.com/2012/07/18/8942/

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Traduções Crédulas: Efésios 1 por Joshua Ratliff (Uma eleição pretemporal individual é consistente com a teologia do Novo Testamento?)

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Uma eleição pretemporal individual é consistente com a teologia do Novo Testamento?

A necessidade da vocação redentora de Cristo deve ser suficiente para nós entendermos que a salvação e eleição de indivíduos não ocorre pré-temporalmente mas, em vez disso, ocorre no tempo assim que a pessoa coloca sua fé em Jesus Cristo. Porém, existe outra faceta da teologia do Novo Testamento que serve para demonstrar que a eleição de Efésios 1:3-4 é corporativa. Devemos novamente notar o conceito de nossa eleição. Quando vem o testemunho do restante do Novo Testamento, o fato de se estar em Cristo vem com benefícios explícitos. A frase é sempre vista como inclusão salvífica de todos os benefícios que pertencem a nós mediante fé em Cristo.

Uma breve visão da teologia do “em Cristo” de Paulo a partir de sua epístola aos romanos demonstra este ponto. Nossa justificação é realizada “mediante a redenção que está em Cristo Jesus” (Rm 3:24). “Pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (8:1). Em Cristo somos livres da lei do pecado e da morte (Rm 8:2). Se Cristo está em nós, o que é igualado a nós estando nEle (Jo 14:20-21), temos vida no Espírito (Rm 8:10). Somos beneficiários do amor de Deus em Cristo Jesus nosso Senhor (8:39). A mensagem é clara: Estar em Cristo é ter salvação.

Então como isto apresenta um problema para uma visão que afirma eleição pré-temporal individual? Esta interpretação é problemática porque eleição pré-temporal, como delineada em Efésios 1:3-4, é “em Cristo”. Como apontado acima, todos os benefícios da salvação são “em Cristo”. Um destes benefícios seria o fato de que não há condenação. Para a teologia calvinista permanecer consistente com esta interpretação de Efésios 1:3-4, ela teria de concluir que indivíduos eleitos para salvação estavam livres da condenação no momento que foram eleitos “em Cristo” na eternidade passada. Além do fato de ser absurdo para alguém ser retirado da condenação antes de ter entrado nela, este conceito também é a-escritural. Jo 3:18,36 deixa claro para nós que aqueles que presentemente não creem também estão presentemente debaixo de condenação. Calvinistas concordariam que todos os que não creem em Cristo estão em tal estado, mas novamente, eles o fazem de maneira inconsistente com sua teologia. Pois em sua moldura interpretativa, indivíduos foram eleitos em Cristo antes mesmo de crerem. É logicamente impossível para alguém estar “em Cristo” e debaixo de condenação ao mesmo tempo (Rm 8:1).

A descrição de Andrônico e Júnia, dado para nós pelo Apóstolo em Romanos 16:7, é bastante pertinente ao assunto da eleição pré-temporal individual. Paulo estabelece que eles estavam “em Cristo” antes dele. O simples significado do texto é, claro, que sua conversão ocorreu cronologicamente antes da de Paulo. Mas Paulo usou a frase específica ἐν Χριστῷ. Se Efésios 1:3-4 estiver falando da eleição individual em vez da corporativa, então teremos uma contradição aqui. Eleição em Cristo ocorreu antes do tempo. Portanto, se indivíduos foram eleitos em Cristo antes do tempo, qualquer afirmação, como esta que temos em Romanos 16:7, seria sem significado. Porém, se entendermos que uma pessoa está “em Cristo” apenas sob sua conversão, não em um decreto pré-temporal de Deus, então a afirmação de Paulo aqui faria perfeito sentido. Portanto, devemos ser convenientemente capazes de descartar a interpretação de eleição individual em Cristo em Efésios 1:3-4.