Atos 13:48 por Christopher Chapman – INDEX

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Traduções Crédulas: Atos 13:48 – Um Verso Calvinista?

Por Christopher Chapman

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Parte I

Parte II

Parte III

Parte IV

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Traduções Crédulas: O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte III de IV

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O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte III de IV

Por que o duplifalar? Como mencionado em diversas ocasiões ao longo do livro, no calvinismo existe um problema que eu chamo de duplifalar. Pelo uso deste termo, eu não estou implicando imoral ou clandestina trucagem. Nem estou sugerindo engano conspiratório. Eu devo admitir que após refletir sobre meu tempo de calvinista, eu fiz a mesma coisa. Eu não o fiz por maus motivos, intenção de enganar, ou por causa de uma falta de desejo de ser fiel à Escritura – nem eu impugno assim meus irmãos e irmãs calvinistas.

Como matéria de fato, após refletir, eu o fazia porque eu cria no calvinismo e na Escritura. Isto trazia conflitos que requeriam respostas inconscientes ou pelo menos impensadas aos conflitos, o que eu agora vejo como duplifalar. Este duplifalar obscurece as duras realidades do calvinismo e as inconsistências entre a Escritura e o calvinismo; o que eu estou a descrever agora como as realidades desconfortantes do calvinismo. Ou existia uma inconsciência da séria deficiência entre o calvinismo e a leitura simples da Escritura, ou eu simplesmente estava indisposto a encarar estas disparidades diretamente. Às vezes, uma falta de reflexão pode ter sido mais fácil que embarcar na bastante desconcertante e incerta jornada que eu eu estava pelos últimos treze anos. Também, eu não tinha o conhecimento e nem a habilidade de vê-las tão claramente ali o tanto quanto eu tenho agora. Por duplifalar, eu me refiro às inconsistências entre os dogmas irredutíveis e a lógica do calvinismo, e às falas, escritos, orações etc. de alguns calvinistas. Isto é particularmente pronunciável em áreas como missões, orações, pregação, e comentários escritos e falados que parecem aliviar ou suavizar as duras realidades do calvinismo. Na realidade, é este duplifalar, o qual eu mesmo me achava tolerante, que eu lia e ouvia calvinistas recitando, todos os quais eu estimo como homens e mulheres piedosas, que estimularam meu desencanto.

O duplifalar é ou uma tentativa inconsciente de evitar pessoalmente as duras realidades do calvinismo ou uma indisposição de inadvertidamente expressas os realmente irredutíveis dogmas, lógicas, corolários, e as austeras verdades do calvinismo para aqueles que são menos encantadoras com os poderes explanatórios do calvinismo. Pode ser também que seja apenas falta de entendimento dos verdadeiros ensinos do calvinismo, da Escritura, ou de ambos. Em minha opinião, enquanto calvinistas continuam a declarar infrequentemente ou evitar afirmar estas inflexíveis e biblicamente impalatáveis verdades, eles continuarão a dar as mesmas respostas vazias aos dilemas criados pelo calvinismo, como por exemplo “isto é um mistério” ou algum duplifalar. Existem alguns calvinistas que procuram sem embaraço celebrar estas duras realidades do calvinismo, e eu os aplaudo por sua abordagem direta, ainda que não pela sua corretude.

Por muitos anos eu via a simples gerência de passagens sem invocar as duras realidades do calvinismo, proclamações sobre missões ou a perda que parece estar de acordo com o espírito e letra da Escritura, orações ausentes dos corolários lógicos do calvinismo, e paixão dirgida a perseguir e persuadir os perdidos a se arrepender, como um tipo mais suave e gentil de calvinismo. Agora eu vejo esras expressões como calvinismo inconsistente – duplifalar. Eu não mais admiro tais sentimentos, mas desejo a exposição de tais incongruências como o que elas são, duplifalar. Minha oração é que alguns vejam este nebuloso duplifalar também e sejam atraídos pela simples e direta mensagem da Escritura e portanto se tornem calvinistas desencantados. No que se segue estão alguns exemplos de duplifalar, os quais, se lidos sem o entendimento das crenças calvinistas dantes mencionadas, não veria tais inconsistências entre a Escritura e o calvinismo.

Por um lado, Piper afirma que o livro contendo os nomes dos que estão “seguros no amor soberano eletivo de Deus”[i]. Isto é seguido pela sua afirmação que “o livro da vida é sinônimo da lista daqueles que são eleitos e predestinados para a vida eterna”[ii]. Esta eleição incondicional para salvação é trazida à tona com graça monergística eficaz. De acordo com Piper e com calvinistas, os eleitos serão irresistivelmente trazidos para Deus, irresistivelmente regenerados, e igualmente irresistivelmente, apesar de livremente, exercer fé a partir de suas novas natureza e desejos.

Piper fala da graça irresistível, “Quando uma pessoa ouve uma chamada do pregador para o arrependimento, ela pode resistir a este chamado. Mas se Deus lhe concede arrependimento ela não pode resistir porque o dom é a remoção da resistência. Não estar disposto a se arrepender é o mesmo que resistir ao Santo Espírito. Então Deus dar arrependimento é o mesmo que remover a resistência. É por isso que chamamos a esta obra ‘graça irresistível'”[iii]. Conversamente, ele diz dos não-eleitos, “Exceto pela contínua exerção de graça salvífica, nós sempre usaremos nossa liberdade para resistir a Deus”[iv]. Novamente ele estabelece, “A natural dureza de nossos corações nos faz indispostos e incapazes de voltar do pecado e confiar no Salvador. Portanto a conversão envolve o milagre do novo nascimento. Este novo nascimento precede e habilita fé e arrependimento”[v]. Portanto, de acordo com Piper, os não-eleitos não podem crer, não podem ser salvos, não podem exercer fé, e não podem receber a oferta da salvação porque Deus não os escolhera para regeneração. Se Ele os tivesse escolhido, eles teriam e haveriam sido salvos.

Então, em outro artigo em seu website ele diz “Eu creio que Cristo morreu como substituto para pecadores para prover uma oferta bona fide de salvação a todas as pessoas, e que ele tem um projeto invencível em sua morte para obter sua noiva escolhida, a saber, a assembleia de todos os crentes, cujos nomes foram eternamente escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto (Jo 3:16, Ef 5:25, Rv 13:8 )”[vi]. Então a morte de Cristo obteve uma “oferta bona fide de salvação para todas as pessoas”, o que inclui todos os não-eleitos, que não apenas não crerão para salvação, mas que não podem crer para salvação. Isto levanta a questão, de que forma qualquer um pode considerar a oferta como sendo bona fide se existe uma decisão predeterminada, inalterável, e invencível pelo soberano Deus do tempo e da eternidade que eles não poderiam receber tal oferta? Isto é duplifalar e uma inquietante realidade.


[i] http://www.desiringgod.org/resource-library/taste-see-articles/late-night-meditations-on-the-book-of-life accessado 9/4/11

[ii] http://www.desiringgod.org/resource-library/taste-see-articles/late-night-meditations-on-the-book-of-life accessed 9/4/11

[iii] John Piper, “Irresistible Grace” in What We Believe About the Five Points of Calvinism, (copyright Desiring God.org, revised March 1998, http://www.desiringgod.org/resource-library/articles/what-we-believe-about-the-five-points-of-calvinism/print).

[iv] Piper, “Irresistible Grace” in What We Believe.

[v] Piper, Desiring God, 62.

[vi] http://www.desiringgod.org/blog/posts/saying-what-you-believe-is-clearer-than-saying-calvinist?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed:+DGBlog+(DG+Blog)#accessed 9-4-11


META

Autor: Ronnie Rogers, Site: http://sbctoday.com/2012/07/20/the-lamb%E2%80%99s-book-of-life-who%E2%80%99s-in-and-who%E2%80%99s-out-by-ronnie-rogers-%E2%80%93-part-2-of-4-2/

Título Original: The Lamb’s Book of Life: Who’s In and Who’s Out?- Part 3 of 4

Fonte: http://sbctoday.com/2012/07/20/the-lamb%E2%80%99s-book-of-life-who%E2%80%99s-in-and-who%E2%80%99s-out-by-ronnie-rogers-%E2%80%93-part-2-of-4-2/

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Salvação e Soberania de Deus: A Grande Comissão como a Expressão da Vontade Divina (I)

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I. INTRODUÇÃO [1]

“…mas aquele que não crê será condenado” – Mc 16:16

Embutida na abordagem de Marcos sobre a Grande Comissão está a expectativa implícita de que nem todos para os quais o Evangelho foi ofertado o aceitarão, uma expectativa que a história dá respaldo. A questão em mãos é por que se dá isto. A vontade salvífica de Deus não é realizada ou Deus não quer que todos sejam salvos?

Parece haver quatro opções. Primeira, universalismo – apesar das presentes aparências eventualmente todos serão salvos, seja nesta vida ou na próxima. Segundo, dupla predestinação – Deus não deseja nem jamais desejou a salvação dos reprovados. Terceiro, Deus tem duas vontades – a vontade revelada e a vontade oculta. As Escrituras, em passagens como os textos da Grande Comissão, revelam a vontade salvífica universal de Deus. Mas Deus também tem uma vontade salvífica na qual, por razões conhecidas somente por ele, ele decretou passar ao largo por muitos. E quarto, Deus de fato tem duas vontades – uma antecedente e outra consequente. Deus antecedentemente deseja que todos sejam salvos, mas ele consequentemente deseja que fé seja condição para salvação.

As primeiras duas opções compreendem Deus como tendo apenas uma vontade enquanto as outras duas percebem duas vontades em Deus. A quarta posição, a visão das vontades antecedente/consequente tem sido a posição majoritária ao longo da história da igreja. Porém, teólogos da perspectiva reformada geralmente tem rejeitado as vontades antecedente/consequente porque ela parece dar a decisão final sobre salvação ao homem em vez de Deus. Isto, eles contendem, denigre a soberania de Deus e ameaça a graciosa natureza da salvação enquanto magnifica a escolha humana. Este capítulo examinará as quatro opções acerca da vontade salvífica de Deus e concluirá que a posição das vontades antecedente/consequente tem menos dificuldades teológicas e está mais em sintonia com manter os comandos e instruções da Grande Comissão. O Evangelho é para ser ofertado a todos; aqueles que creem serão salvos.


Traduções Crédulas: Cinco Questões sobre Predestinação – Questão No. 5: Por Que?

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Cinco Questões sobre Predestinação
Questão No. 5: Por Que?

por Christopher Chapman

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Questão: Por que a doutrina bíblica da predestinação era controversa nos tempos do Novo Testamento?

Resposta: Porque o plano de salvação de Deus incluiu todas as pessoas, não somente judeus.

O conceito calvinista de predestinação é um tópico controverso em nossos dias. Sua controvérsia reside no fato que Deus limitou a possibilidade de salvação a um limitado montante de indivíduos. Isto certamente significa que aqueles que não foram predestinados para vida eterna não tem chance de serem salvos. Esta limitação da oferta da graça de Deus a um número relativamente baixo de indivíduos eleitos, enquanto ao mesmo condenando bilhões de almas à danação, causa as pessoas a refletir pobremente no caráter de Deus. Por esta razão, predestinação calvinista está no centro de muitos debates acalorados na Igreja, tanto agora quanto na história.

Uma das mais famosas passagens usada para defender predestinação calvinística é Romanos capítulo nove. Neste capítulo o Apóstolo Paulo está obviamente num debate acalorado sobre o direito de Deus em escolher quem será salvo e como. Calvinistas imaginam que Paulo está argumentando com pessoas que simplesmente não podem aceitar a ideia que Deus limitaria a salvação a certos indivíduos. para eles, ele está defendendo o direito soberano de Deus incondicionalmente escolher algumas almas para vida eterna, e deixar as demais perecer em seus pecados. Eles teriam dito “Deus tem o direito de tornar salvação exclusiva e limitá-la àqueles que ele escolhe por sua escolha divina e incondicional”.

Mas a questão em mãos não é “Por que a predestinação calvinística é controversa?”, mas “Por que a predestinação bíblica era controversa?”. As respostas a estas duas questões estão em polos opostos. Predestinação calvinística é geralmente debatida porque ela limita a possibilidade de salvação a uma pequena porcentagem de pessoas, quer dizer, ela é bastante exclusiva. Mas a doutrina bíblica da predestinação era um tópico quente nos seus dias porque ela tornava salvação possível a todas as pessoas, isto é, ela era inclusiva.

Em Romanos 9 Paulo estava num tenso debate acerca do direito de Deus em escolher quem poderia ser salvo e como. Mas ele não estava argumentando com pessoas que criam que Deus devesse oferecer salvação ao mundo todo. Ele estava argumentando com o povo judeu de seus dias que cria que salvação era o direito exclusivo de Israel. Eles criam que somente aqueles que eram parte da nação judaica, ou que se tornavam parte dela mediante circuncisão e obediência à Lei de Moisés, podiam ser salvos. Paulo disse que eles estavam profundamente enganados. Ele explica que salvação é aberta a todas as pessoas, e não é baseada em ascendência humana ou obediência à Lei, mas em fé em Jesus Cristo. Após fazer seus argumentos Paulo sumariza, “[30]Que diremos pois? Que os gentios, que não buscavam a justiça, alcançaram a justiça, mas a justiça que vem da fé. [31] Mas Israel, que buscava a lei da justiça, não atingiu a lei da justiça. [32] Por que? Porque não a buscavam pela fé, mas como que pelas obras da lei. Pois tropeçaram na pedra de tropeço;”{Rm 9:30-32 AR}

Paulo argumenta que Deus não está limitado a limitar a salvação a Israel. Ele tem o direito de oferecer sua salvação a todas as nações. Fazendo da fé o meio para receber sua salvação em vez da lei do Antigo Testamento, ele fez vida eterna acessível a todos. A maior parte dos judeus dos dias de Paulo não podia aceitar isto. Eles se recusavam a crer que Deus aceitaria gentios como seu santo povo mediante fé em Jesus Cristo. Esta negação os levou a recusar o Evangelho, e vida eterna foi oferecida mediante tal.

Para eles Paulo diz,  “[20]Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim? [21] Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para uso honroso e outro para uso desonroso?”. Com isto ele defende o direito de Deus em tornar a salvação aberta a todos aqueles que creem. Com esta reprimenda, ele também defende o justo direito de Deus em julgar a nação judaica por sua recusa do Evangelho.

Paulo está defendendo o direito de Deus em decidir quem e como alguém será salvo. Mas ele não está argumentando para aqueles que dizem que Deus limita a salvação a um certo número de indivíduos. E ele não está defendendo a doutrina que estabelece que Deus escolhe pessoas incondicionalmente. Em vez disso, Paulo está argumentando contra aqueles que pensam que salvação era o direito exclusivo de um número limitado de pessoas. Ele está defendendo o direito de Deus em oferecer salvação a todas as pessoas na base da fé, em vez de ascendência ou obediência à Lei de Moisés.

Mas Paulo não foi o primeiro a apresentar esta visão controversa da salvação para a nação judaica. Jesus iniciou a controvérsia quando ele declarou “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”{Jo 3:16 AR}. Não podemos imaginar qualquer pessoa pensando que esta afirmação é objetável. Mas para os judeus dos dias de Jesus, era impensável que Deus amasse o mundo inteiro, incluindo os gentios. E mesmo em nossos dias ainda existem aqueles tentam limitar o amor de Deus e sua oferta universal de salvação. Eles argumentam que Deus não ama o mundo todo, nem deseja sinceramente oferecer salvação a todos; mas seu amor salvífico e sua oferta, acompanhadas da graça habilitadora necessária para aceitá-la, são limitados somente a alguns indivíduos. Nos dias de Paulo predestinação bíblica era controversa entre os judeus que pensavam que a salvação era direito exclusivo de um pequeno grupo de indivíduos. E nos nossos dias predestinação bíblica é ainda controversa entre calvinistas que pensam que Deus tem limitado seu amor e sua oferta de salvação a uma pequena percentagem da humanidade.

Traduções Crédulas: Cinco Questões sobre Predestinação – Questão No. 4: O Que?

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Cinco Questões sobre Predestinação

Questão No. 4: O Que?

por Christopher Chapman

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

 

Questão: O que Deus predestinou para seu povo escolhido?

Resposta: Adotar cristãos como seus filhos

 

Nós discutimos que mediante Cristo Deus predestinou um grupo específico de pessoas para pertencer a ele. Ele também predestinou a maneira pela qual alguém se torna membro deste povo especial (i.e. mediante fé). Agora devemos nos perguntar se a Bíblia ensina o que Deus predestinou para o Corpo de Cristo. Sabemos que Deus determinou de antemão conceder a Terra Prometida como herança especial de Israel; ele também teve uma herança em mente para a Igreja de Jesus Cristo? Se sim, qual era ela?

A Bíblia usa a palavra `predestinou’ seis vezes (At 4:38, 1Co 2:7, Rm 8:29-30, Ef 1:5,11). Atos 4:38 afirma que Deus predestinou como ele provocaria a crucifixão de Cristo; e 1Coríntios 2:7 diz que Deus predestinou a sabedoria para a Igreja. Mas as passagens de Romanos e Efésios nos afirmam exatamente o que Deus predestinou que ele faria para o Corpo de Cristo.

[5] e nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, … [11] nele, digo, no qual também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade,{Efésios 1:5,11 Almeida Recebida}

O que foi predestinado, de acordo com estes versos, não foi quem creria em Jesus, mas que bênçãos aqueles que creem herdarão. Verso quatro ensina que o propósito da vontade de Deus que ele predestinou foi adotar como filhos aqueles que receberiam salvalão mediante Jesus Cristo. Podemos sentir a surpresa de João quando lemos 1Jo 3:1, “ Vede que grande amor nos concedeu o Pai: de sermos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não conheceu a ele.”.

Em Romanos capítulo oito Paulo reconfirma o que Deus predestinou para o povo de Cristo.

Porque os que previamente conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. {Romanos 8:29 Almeida Recebida}

Estes versos nos dizem o que Deus predeterminou para seu povo que foi escolhido em Cristo. Desde toda eternidade ele predestinou que aqueles que se juntam ao povo de Cristo pela graça mediante fé seriam conformados à imagem de Seu Filho. Deus tinha algo ainda maior em mente para aqueles que creem em Jesus que somente serem perdoados por seus pecados. Não apenas os membros do Corpo de Cristo receberiam perdão, eles seriam adotados como filhos do próprio Deus. Que maravilhosa herança! Este foi o eterno plano de Deus para aqueles que creriam em seu Filho, Jesus Cristo. Esta é uma herança infinitamente maior que possuir uma terra, mesmo uma que mana leite e mel!

A Bíblia não ensina que certos descrentes foram predestinados a crer em Jesus Cristo; ela ensina sim que todos os crentes foram predestinados a serem adotados como filhos de Deus.

Traduções Crédulas: Cinco Questões sobre Predestinação – Questão No. 3: Como?

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Cinco Questões sobre Predestinação

Questão No. 3: Como?

 

por Christopher Chapman

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Questão: Como alguém se torna membro do povo predestinado de Cristo?

 

Resposta: Crendo no Evangelho de Jesus Cristo

Quando nós falamos sobre indivíduos sendo parte do povo escolhido de Deus no Antigo Testamento, Israel, por causa de seu relacionamento com Abraão, não é difícil para nós entender a natureza de tal relacionamento. Eles foram relacionados a ele porque eles tinham este sangue correndo nas veias. Mas quando discutimos a natureza do relacionamento entre Cristo e sua Igreja não estamos falando de ascendência física. O povo de Deus no Novo Testamento não é determinado pela sua raça, mas pela sua fé.

[13] no qual também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, e tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa,

[14] o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para o louvor da sua glória.

{Efésios 1:13-14 Almeida Recebida}

 

porque nos temos tornado participantes de Cristo, se é que guardamos firme até o fim a nossa confiança inicial;

{Hebreus 3:14 Almeida Recebida}

 

[12] Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus;

[13] os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.

{João 1:12-13 Almeida Recebida}

Nos tempos do Antigo Testamento, para ser considerado um membro de planos direitos de Israel, e compartilhar das bênçãos prometidas ao povo de Abraão, você precisaria ter pelo menos um parente judeu. Naqueles dias uma pessoa nascia membro do povo escolhido de Deus. Mas na era do Novo Testamento nos tornamos membros do povo escolhido de Deus mediante fé. Nós somos “incluídos em Cristo” quando ouvimos e cremos no Evangelho. Somos conectados a Cristo, e compartilhamos sua situação de eleito, mediante fé. Podemos estar confiantes que somos parte do povo escolhido de Deus porque cremos em Jesus. Fomos escolhidos mediante Cristo; e estamos nele mediante fé!

Pedro, citando o Antigo Testamento, diz “Eis que ponho em Sião uma principal pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será envergonhado”{1Pe 2:6 AR}. E Paulo confirma isto em Gálatas 3:8 quando ele diz “Ora, a Escritura, prevendo que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou previamente a boa nova a Abraão, dizendo: Em ti serão abençoadas todas as nações”.

Bem antes de Cristo vir à terra Deus revelou seu plano de escolher um povo relacionado entre si pela sua fé. Ainda que Deus não predestine quais indivíduos seriam membros do Corpo de Cristo, ele determinou de antemão como alguém poderia se tornar membro deste povo santo.

Um dos mais lamentáveis erros do calvinismo é a doutrina da eleição incondicional. Esta doutrina ensina que antes do mundo ter início Deus predestinou que indivíduos ele concederia vida eterna, e quais ele abandonaria à morte em seus pecados. De acordo com esta perspectiva Deus não escolheu indivíduos por causa de sua conexão com Cristo mediante fé, mas meramente porque isto foi o que ele decidiu desde a fundação do mundo. Ele estabelece que Deus escolheu os homens sem qualquer condição discernível, mas apenas porque foi seu direito divino escolher quem vive e quem morre. Isto contradiz o testemunho do Novo Testamento que faz fé em Cristo a condição para conexão a Cristo, seu povo, e herança eterna preparada para seus filhos. A eleição por Deus de indivíduos não é baseada nas boas obras das pessoas, mas é baseada na aceitação de seu Filho pela fé. Eleição soberana é baseada em uma clara condição, não em um plano misterioso de Deus.

Traduções Crédulas: Cinco Questões sobre Predestinação – Questão No. 2: Quem?

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Cinco Questões sobre Predestinação
Questão No. 2: Quem?
[(Excerto de Erros Calvinistas)]

por Christopher Chapman
Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Quem?

Questão No. 2: Quem Deus predestina?

Resposta: A Igreja de Jesus Cristo

A questão de quando Deus predestina não está em disputa entre calvinistas e outros cristãos, mas a questão de quem Deus predestina sim. Devido à sua interpretação ruim de certas passagens da escritura, calvinistas concluíram que Deus, antes da criação do mundo, predestinou certos indivíduos a serem salvos. Mas esta é uma leitura ruim e uma distorção do eterno propósito de Deus.

As implicações deste erro são claras. Se Deus já decidiu que indivíduos ele salvará, e sua eterna vontade é imutável e irresistível, então o destino eterno de todos está selado antes mesmo de nascer. Isto são boas notícias para aqueles sortudos o bastante para serem escolhidos e notícias esmagadoras para aqueles que não foram. Mas graças a Deus isto está errado! Deus não determinou de antemão quais indivíduos seriam salvos e quais seriam danados. Em vez disso, “… para isto é que trabalhamos e lutamos, porque temos posto a nossa esperança no Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, especialmente dos que creem” {1Tm 4:10 AR}. Jesus veio para experimentar a morte por todos (Hb 2:9). E ele comanda que seus discípulos contassem a todos as Boas Novas (Mc 16:15-16). A verdade é que Deus não quer que ninguém se perca, senão que todos cheguem ao arrependimento (2Pe 3:9).

Ainda que Deus não tenha predeterminado que indivíduos ele salvaria, a Bíblia ensina que Deus determinou de antemão que ele iria salvar pessoas. Salvação em Cristo não é uma ideia adicional ou um plano B. O erro do calvinismo não é que eles creem que Deus predestinou salvar pessoas, mas que eles creem que Deus predestinou salvar pessoas, mas que eles creem que Deus predestinou a salvação de indivíduos em particular. Quando a Bíblia ensina sobre Deus determinando de antemão quem será salvo, ela não está se referindo a pessoas em particular, mas a um povo em particular. Deus determinou salvar um povo para si mesmo. Pedro escreve sobre a Igreja de Jesus Cristo, “Mas vós sois uma geração eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo peculiar, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” {1Pe 2:9 AR}.

Para entender como Deus escolheu a Igreja no Novo Testamento precisamos observar como ele escolheu a nação de Israel no Antigo Testamento. Em Gênesis capítulo doze Deus escolheu Abraão para ser o pai de uma nação. Deus escolheu um homem e prometeu a ele que seus descendentes seriam o santo povo de Deus. Em Dt 7:6 Moisés fala a Israel que Deus os escolheu para serem seu povo. “Porque tu és povo santo ao Senhor teu Deus; o Senhor teu Deus te escolheu, a fim de lhe seres o seu próprio povo, acima de todos os povos que há sobre a terra”. Mas o povo de Israel não foi escolhido como possessão especial de Deus quando Deus enviou Moisés ao Egito. Eles foram escolhidos séculos depois (i.e. predestinados) em Gênesis capítulo doze. Deus escolheu-os porque eles eram do povo de Abraão. Deus os escolheu em Abraão (i.e. mediante Abraão, pelo seu bem, por causa de Abraão). Deuteronômio 7:8 deixa isto claro. Moisés explanou, “Senhor vos amou, e porque quis guardar o juramento que fizera a vossos pais”. Eles foram escolhidos não por eles mesmos mas por causa da promessa que Deus fez a Abraão e depois confirmou em Isaque e Jacó. Novamente, Paulo deixa claro em Romanos 11:28 que eles foram amados pelo bem de seus pais, não por si mesmos. A nação de Israel foi escolhida quando Deus prometeu a Abraão que ele criaria uma grande nação a partir dos descendentes de Abraão. Então vemos que Deus predestinou criar uma nação especial para si mesmo.

Deus escolheu um homem, Abraão. Mediante ele (i.e. para seu bem, por causa dele, nele) seu povo também foi escolhido. Eles não foram escolhidos individualmente, mas como um grupo. A escritura não nos ensina que Deus predestinou que indivíduos nasceriam judeus. Em vez disso ensina que aqueles que são nascidos judeus, aqueles que preenchem o requerimento racial, herdariam a terra da Palestina. Então a eleição de indivíduos (i.e. situação de escolhidos) foi fundamentada em sua conexão legítima com a nação eleita, a saber, Israel. E a eleição da nação foi fundamentada com seu relacionamento com o escolhido, a saber, Abraão.

No Novo Testamento Deus segue o mesmo padrão que ele seguiu no Antigo Testamento. Primeiro ele escolhe um homem. Cristo foi “na verdade, foi conhecido (i.e. amado, escolhido) ainda antes da fundação do mundo, mas manifesto no fim dos tempos por amor de vós”
{1Pe 1:20 AR}. Cristo é “pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas, para com Deus eleita e preciosa” {1Pe 2:4 AR}. Cristo é O Escolhido. Mas diferente de Abraão, que foi escolhido somente depois do dilúvio de Noé, Cristo foi escolhido antes da criação do mundo.

E bem como ele fez com Abraão na primeira aliança, Deus escolheu Cristo para o propósito de fazer uma santa nação para ele. Quando Deus escolheu Seu filho antes do mundo começar, ele também escolheu aqueles que, em devido tempo, têm uma legítima conexão com ele. Ele não apenas escolheu Cristo, mas ele escolheu uma nação em Cristo. “Mas vós sois uma geração eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo peculiar, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”{1Pe 2:9 AR}. Deus escolheu a Igreja de Cristo para ser sua possessão especial, sua santa nação. Ele os escolheu pelo bem do Escolhido. Efésios 1:4 afirma, Deus nos escolheu (o Corpo de Cristo corporativo) nele (mediante ele, por causa dele) antes da fundação do mundo (ao mesmo tempo que ele escolheu Cristo).

Então, Deus escolheu um homem, Cristo Jesus. Mediante ele (i.e. pelo seu bem, nele, por causa dele) seu povo também foi escolhido. Eles não foram escolhidos individualmente, mas como um grupo. A escritura não nos ensina que Deus predestinou quais indivíduos seriam cristãos nascidos de novo. Em vez disso ela ensina que aqueles que são nascidos de novo, aqueles que preenchem o requisito espiritual, herdarão o reino de Deus. Antes do mundo ser feito, Deus determinou formar o corpo de Cristo. Então a eleição neo-testamentária do indivíduo (i.e. a situação de escolhido) é fundada em sua legítima conexão com o povo escolhido, a saber, a Igreja de Jesus Cristo. E a eleição da “nação santa” é fundada em seu relacionamento com o Escolhido, a saber, Cristo.

É verdade que antes do mundo começar Deus predestinou salvar pessoas. Mas esta eleição (i.e. escolha) de pessoas não foi individual, mas corporativa (i.e. como um grupo). Ele não selecionou manualmente pessoas para a vida eterna, mas ele determinou de antemão que ele escolheria um grupo particular de pessoas pertencentes a ele. Quando a Bíblia fala sobre predestinar pessoas para vida eterna, não fala de indivíduos em particular, mas de um grupo de pessoas em particular. Deus nos escolheu corporativamente, não individualmente. A coisa importante para cada um de nós, é assegurar que somos parte de um “nós” corporativo que é referenciado em Efésios 1:4. Exatamente quem desfruta dos privilégios do eterno propósito de Deus para a Igreja depende se se pertence ou não a Cristo.

Cristo foi escolhido antes do começo do mundo, bem como Abraão foi escolhido nos dias após o dilúvio. E Deus determinou de antemão escolher um povo em Cristo bem como ele predestinou escolher os descendentes de Abraão. Deus predestinou salvar um povo para sua própria possessão. Deus não predestinou indivíduos para se tornar membros do corpo predestinado de Cristo, mas ele predestinou a Igreja de Jesus Cristo para experimentar salvação eterna.