Traduções Crédulas: Questão 124 do ReasonableFaith

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Faz um tempo que estou por organizar este blog. Estive ausente por diversos motivos irrelevantes, mas em especial pretendo transformar alguns posts/séries ou mesmo o blog todo em um imenso livro, hehe! Mas não para ser publicado, senão para manter um backup do mesmo.

Já terminei algumas séries e outras se arrastam macabramente – assim sendo posso postar algumas coisas com mais rapidez. De toda forma, retomei este projeto engavetado: algumas Q&A do William Lane Craig. Esta fala em especial do molinismo.

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Traduções Crédulas: Como a Glória de Deus Pode Ser Diminuída no Calvinismo?

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É, uma pergunta interessante. Como numa teologia determinista, as coisas podem ser piores ou melhores do que são? Se nada é diferente, por que a comparação? Por que, por exemplo, reclamar que nossa ‘conduta’ e ‘escolhas’ diminuem a glória de Deus, se Deus decide unilateralmente como aumentar Sua glória?

Este é o assunto deste post: uma auto-contradição.

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Traduções Crédulas: Por Que Eu Rejeito o Determinismo && Um Modelo da Perspectiva Atemporal de Deus Em Relação à Escolha Contrária

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Este é um dos meus textos preferidos! Ele mostra um modelo bem viajado de como funcionaria o conhecimento divino, de modo que Deus pode ‘prever’ com absoluta precisão e certeza eventos contingentes – como as escolhas humanas. Veja que este é um modelo perceptualista, quase antropomórfico, e é bem distinto do modelo conceptualista (que afirma, pura e simplemente, que o conhecimento divino é inato).

Leiam e divirtam-se!

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Traduções Crédulas: Jogando Xadrez Teológico com um Calvinista

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Humor? Reflexão? Denúncia? De fato, nem eu sei como definir este post.

Richard Coords, do Examining Calvinism, postou uma série de regras que um calvinista deveria abordar ao aceitar o debate contra um arminiano. De fato, calvinistas costumam pressupor uma montanha de coisas ao debater – a ideia de que só uma graça irresistível é capaz de sobrepor uma depravação total, ou que soberania divina só pode ser com uma micro-gerência divina, ou a teoria maluca das duas vontades… Pois bem, eis um conjunto de pressupostos arminianos, e – adivinha? – não tem livre arbítrio no meio!

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