Traduções Católicas: Fé-Somente, Obliterada

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Já deve fazer muito, muito tempo, que eu não atualizo estes blogs decentemente! Mas, em vez de dar desculpas, vamos em frente!

Neste post, eu prossigo com a compilação de  comentários católicos contra o Sola Fide. Aqui, são analisados os textos comumente apelados de Romanos.

Fé-Somente, Obliterada

por Nick from http://catholicnick.blogspot.com
Tradução: Credulo from this Almost-Catholic Blog
Fonte:Faith Alone, Obliterated

A intenção deste post é ser uma refutação simples porém bastante direta da Justificação pela Fé Somente, especialmente à medida que é relacionada ao exemplo de Abraão. Entre protestantes e católicos existe uma divisão sobre em que bases Deus abençoou Abraão. Eu creio que Gn 26:4f faz um belo trabalho ao responder esta questão, quando Deus fala a Isaque, filho de Abraão:

[4] Multiplicarei a tua posteridade como as estrelas do céu,
dar-te-ei todas estas regiões,
e nela serão abençoadas todas as nações da Terra,

[5] porque Abraão obedeceu à minha voz e cumpriu os meus preceitos,
os meus mandamentos e as minhas leis.

{Gênesis 26:4-5 Bíblia dos Capuchinhos}

Aqui Deus relembra as principais promessas que Deus fez a Abraão, incluindo a famosa abordagem de Gênesis 15:5f onde Deus promete descendentes tão numerosos quanto as estrelas. O que é importante notar é por que Deus Deus abençoara Abraão desta forma: porque Abraão obedeceu ao longo de sua de seu caminhar com Deus. A força da recomendação é poderosa demais para ser ignorada, porque ela menciona Abraão mantendo os requerimentos, comandos, decretos e leis de Deus. Agora, isto obviamente coloca um problema aos protestantes, que alegam que Deus abençoou Abraão na base da fé somente. Como os protestantes respondem ao verso acima?

Eu deixo alguns comentários de protestantes renomados:

Moisés não quis dizer que a obediência de Abraão foi a razão por que a promessa de Deus foi confirmada e ratificada a ele; mas do que foi dito antes, (Gn 22:18), onde temos uma expressão semelhante, nós aprendemos, que o que Deus livremente concede para o fiel algumas vezes, além de seu merecimento, atribuído a eles mesmos; para que eles, conhecendo sua intenção de ser aprovados pelo Senhor, possam mais ardentemente depender e devotar-se a si mesmos inteiramente a seu serviço.

Comentário de Gn 26:5

— João Calvino

Aqui parece que algo está a desejar, porque as palavras não estão unidas ao precedente, como se a obediência de Abraão fosse a causa das promessas acima feitas a Isaque, ou para si mesmo; mas isto é mencionado como um exemplo a Isaque, e para instigá-lo a fazer igual, como se fosse dito, por causa de ou vendo que Abraão seu pai assim fez assim e assim, fazei da mesma forma.

Comentário de Gn 26:5

— John Gill

Em outras palavras, isto não é para ser tomado em qualquer sentido tal como a obediência de Abraão impactando a sustentação e (finalmente) confirmação destas promessas, mas em vez disso serve como exemplo de como alguém a quem tais benesses são prometidas deve viver em gratidão. Enquanto isto vai contra a ‘leitura natural do texto’, o raciocínio é óbvio: tal noção segue contrária à ideia protestante que Abraão recebeu tais bênçãos na base da fé somente (especificamente em Gn 15:6). Esta atitude simplesmente expôe o vício protestante que força todos os textos a se conformarem à sua noção de Justificação pela Fé Somente.

Católicos diriam não somente que a leitura limpa de Gn 26:4f vai contra isto, mas Tiago 2:14-16 vai também. Dado isto,
não surpreende que protestantes também aleguem que Tiago 2 esteja falando de demonstrar a justificação em vez de sustentá-la e evoluí-la, e novamente isto é primariamente feito para preservar a pressuposição que justificação é pela fé somente. O que pouco se sabe é que em outro lugar da Escritura o entendimento correto é igualmente bem apoiado, em 1Macabeus 2:52:

Porventura não foi na prova que Abraão foi achado fiel? E não lhe foi isso contado como justiça?
{1Macabeus 2:52}

O fraseamento da segunda metade (i.e. “contado como justiça”) é virtualmente idêntica no grego a Gn 15:6b onde diz “considerou-lhe isto por mérito”. O que é impressionante aqui é que neste caso se está aplicando ao teste de Abraão em Gn 22 (esp. 1,9-12), que Tg 2 também chama isto de momento de justificação! Agora, enquanto protestantes objetariam primariamente na base de que Macabeus não é Escritura e tais versos são heréticos (“confirmando” que não são Escritura) – uma objeção definitivamente fraudulenta – a coisa importante a traçar disto é que de este é de fato era assim que os judeus entendiam “contado como justiça”. De fato, podemos até argumentar que Tg 2 tinha este texto em mente quando falava, apelando a ele como Escritura.

A moldura a partir da qual o protestante faz esta objeção se origina de sua leitura de Romanos, em especial o capítulo 4, onde “obras” é contrastado com “fé”. Mesmo assim, consultando o contexto, o foco de Paulo nunca foi sobre “obras em geral” ou “toda e qualquer espécie de obra”, exatamente aquilo que os protestantes precisariam para sua alegação permanecer. Em vez disso, Paulo está falando contra um tipo específico de obras, a saber, “obras da lei mosaica” (note: Rm 3:20, 28f; 4:9f, 13; Gl 3:10-12; etc. falam claramente da lei mosaica). E isto é feito mais manifesto em locais como Atos; eis aqui dois exemplos:

[38] Ficai sabendo, irmãos, que por seu intermédio é que vos é anunciada a remissão dos pecados. A justificação completa que não pudestes obter pela Lei de Moisés,

[39] obtê-la-á por meio dele todo aquele que crê.

{Atos 13:38,39 Bíblia dos Capuchinhos}

[5] Levantaram-se alguns do partido dos fariseus, que tinham abraçado a fé, dizendo que era preciso circuncidar os pagãos e impor-lhes a observância da Lei de Moisés.

[6] Os Apóstolos e os Anciãos reuniram-se para examinarem a questão.

{Atos 15:5,6 Bíblia dos Capuchinhos}

Então a disputa que Paulo e os Apóstolos estavam lidando era bem específica e não generalizada. O problema era que existia confusão sobre que papel exatamente a Lei Mosaica desempenhava, especialmente à luz da Vida, Morte, Ressurreição e Ascenção de Cristo. Este problema é explicitamente ligado no ensino de Paulo enquanto ele viajava e o coração da disputa do Concílio de Jerusalém (Atos 15) foi chamado a esclarecer; e tudo isto foi dito diretamente sobre o assunto da justificação. Sugerir qualquer coisa ao longo das linhas do que ob protestante está sugerindo é mais enraizado em suas pressuposições do que no próprio texto da Escritura.

Com tudo isto em mente, o católico tem uma ideia bem embasada do que esperar em Romanos 4, que é o texto-prova chefe que protestantes apelam para sua doutrina de Justificação. O que muitos não imaginam é que quando protestantes apelam para Romanos 4, eles de faio estão apelando para uma porção bastante pequena do capítulo (geralmente tão pequena quanto os versos 2 a 8), e projetando um significado preconcebdo em cima dele. Mas o contexto milita contra esta abordagem:

[28] Pois estamos convencidos de que é pela fé que o homem é justificado, independentemente das obras da lei.

[29] Será Deus apenas Deus dos judeus? Não o é também dos gentios? Sim, Ele é também Deus dos gentios,

[30] uma vez que há um só Deus. É Ele que há-de justificar pela fé os circuncidados, e os não-circuncidados, mediante a fé.

[31] Quer isso dizer então que, com a fé, anulamos a Lei? De maneira nenhuma! Pelo contrário, confirmamos a Lei.

{Gênesis 3:28-31 Bíblia dos Capuchinhos}

[1] Que havemos de dizer de Abraão, nosso antepassado segundo a carne? Que obteve ele afinal?

[2] É que, se Abraão foi justificado por causa das obras, tem um motivo para se poder gloriar, mas não diante de Deus.

[3] Que diz, de facto, a Escritura? Que Abraão acreditou em Deus e isso foi-lhe atribuído à conta de justiça.

[4] Ora bem, àquele que realiza obras, o salário não lhe é atribuído como oferta, mas como dívida.

[5] Aquele, porém, que não realiza qualquer obra, mas acredita naquele que justifica o ímpio, a esse a sua fé é-lhe atribuída como justiça.

[6] Aliás é assim que David celebra a felicidade do homem a quem Deus atribui a justiça independentemente das obras:

[7] Felizes aqueles a quem foram perdoados os delitos

[8] a quem foram cobertos os pecados!

[8] Feliz o homem a quem o Senhor não tem em conta o pecado!

[9] Ora esta felicidade, será proclamada só em relação aos circuncidados ou também em relação aos não-circuncidados? Sim, porque nós dizemos: A fé de Abraão foi-lhe atribuída à conta de justiça.

[10] Afinal, como é que foi atribuída? Depois de se ter circuncidado ou antes? Não, não foi depois, mas antes de se ter circuncidado.

[11] E recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça, obtida pela fé que tinha, antes de se ter circuncidado. Foi assim que ele se tornou pai de todos os crentes não-circuncidados, para que também a eles seja atribuída a justiça,

[12] e pai dos circuncidados, daqueles que não somente pertencem ao povo dos circuncisos, mas também seguem as pegadas da fé do nosso pai Abraão antes de ser circuncidado.

[13] Não foi em virtude da Lei, mas da justiça obtida pela fé que a Abraão, ou à sua descendência, foi feita a promessa de que havia de receber o mundo em herança.

[14] De facto, se os herdeiros o são em virtude da lei, nesse caso tornou-se inútil a fé e ficou sem efeito a promessa.

{Romanos 4:1-14 Bíblia dos Capuchinhos}

Muito comumente o leitor desconecta o capítulo três (especialmente os versos finais) do capítulo 4, em que tal abordagem efetivamente danifica o último de um certo contexto crítico. Tudo grifado é crítico para entender o contexto, enquanto em vermelho estão os versos em disputa (i.e. a seção que os protestantes costumam apelar). Tirando os versos 4-8 do seu contexto, poder-se-ia dizer que o contraste é entre ‘fé’ e ‘obras em geral’, mas isto apenas permanece como uma opção (de muitas) e nem mesmo conforma-se ao contexto. Então a leitura protestante já é duvidosa.

O tema do capítulo 3:28-31 é do Paulo cantrastando “fé” com “obras da lei” e liga isto diretamente a um contraste entre circuncisão e incircuncisão e judeu e gentio. A distinção entre judeu e gentio não é uma de “obras em geral”, mas em vez disso viver de acordo com a lei mosaica ou não, e a epítome desta distinção repousa em se alguém é circuncidado ou não. Em vez de radicalmente mudar de assunto, esperaríamos que Paulo continuasse o tema, matendo os termos para os próximos capítulos. E é isto precisamente o que nós vemos ele fazer, começando em seus comentários de abertura em Abraão.

São Paulo começa o capítulo 4 examinando como Abraão se encaixa nisto tudo, especificamente fazendo nota que ele é o pai dos judeus “de acordo com a carne” (i.e. descendência biológica). Este é um detalhe extremamente importante, e mesmo assim costumeiramente despercebido. Os judeus se declaravam uma raça superior, qualificada para as bênçãos de Deus. A meta de Paulo agora é refutar essa falsa ideia. Paulo está retornando à origem da distinção judeu-genntio, porque ele sabe que este é um fator decisivo em sua disputa. Paulo primeiro pergunta se Abraão foi “justificado por obras”. Baseado no contexto, uma pessoa pode (e deve) assumir que Paulo está mantendo seu tema desde o capítulo anterior, o que significaria que Paulo está falando de “obras da lei”, especialmente desde que Paulo conclui seu inquérito nos versos 9-10 apontando que Abraão foi justificado antes de sua circuncisão – que era literalmente tão “à parte das obras da lei” quanto alguém poderia querer (3:28). O ponto de Paulo então não era tano o fé versus a lei mosaica, como se ambas competissem, mas sim como se fé e justificação fossem independentes da lei mosaica.

Aproximando-se do verso em disputa (destacao em vermelho), se estamos tomando o contexto em conta, não se tem boa razão exegética para ler “obras” como “obras em geral”, mesmo que tal leitura seja logicamente coerente. Fazendo ‘de trás para diante’, Paulo pergunta (no verso 9) se a; “bênção” mencionada por Davi em 4:6-8 aplicava-se ao circuncidado ou ao incircunciso, conformando perfeitamente ao contexto e tema já estabelecidos. Dado que o exemplo de Davi é uma confirmação do de Abraão (conectando os versos 4-5), existe ainda mais forte evidência que Paulo está falando de obras da lei mosaica e não de “obras em geral”.

Finalmente chegamos aos dois versos mais disputados de toda a história da Reforma: Romanos 4:4-5. Tomados isoladamente, pode-se facilmente ver como a analogia das obras meritórias se encaxa naturalmente em um panorama de ‘fé versus obras em geral’ – mas dado o sólido contexto que foi estabelecido, não é correto saltar para tais conclusões. Tal coisa seria a epítome da má exegese: arrancar um verso de seu contexto e retorcê-lo e projetar esta “interpretação” degradada de tal passagem em cima do restante do capítulo (e mesmo das Escrituras como um todo). Com isto, a alegação protestante é um tiro longo, até aqui – e justificar um cisma da Igreja Católica em bases tão dúbias é o peso da arrogância e da malignidade.

Pode ser seguramente dito que seja o que Romanos esteja dizendo, está confirmando o contexto e temas estabelecidos. As seguintes são duas boas opções para a anaalogia das obras meritórias:

  1. Paulo está falando daqueles que procurariam colocar Deus em uma posição de débito, como se Deus lhes devesse em vez de Deus graciosamente recompensar. Por exemplo, existe uma clara diferença entre uma criança limpar seu quarto e demandar recompensa de seus pais e uma criança que limpa seu quarto com a boa esperança de que os pais ficarão felizes em recompensá-la graciosamente.
  2. Paulo não está atacando a noção de que obras mereçam pagamento, mas em vez disso comparando isto com a promessa do Evangelho em contraste com a promessa da lei mosaica. Isto se encaixa em 4:13-14, no qual Paulo diz que a Promessa na qual Abraão depositou sua fé (antes da Lei da circuncisão sequer ter existido), e que o estabeleceu como pai de todos os crentes, foi uma caminhada pela fé que avistava recompensas eternas e não aquela da lei mosaica que somente prometia recompensas aqui e agora, nesta vida apenas. Abraão foi o “pai” dos judeus num sentido inferior bológico (4:1) contrastado com ser “pai de todos os crentes” (i.e. judeu e gentio) baseado na Promessa superior. Compare isto com o bastante informativo paralelo em Gálatas 3:15-18,

[15] Irmãos, vou falar-vos à maneira humana: Mesmo vindo de um homem, um testamento que tenha entrado em vigor ninguém o pode anular ou aumentar.

[16] Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não se diz: «e às descendências», como se de muitas se tratasse; trata-se, sim, de uma só: E à tua descendência, que é Cristo.

[17] Ora, é exactamente isto que quero dizer: um testamento que antes tinha sido posto em vigor por Deus, não é a Lei, aparecida quatrocentos e trinta anos depois, que o vai invalidar e assim anular a promessa.

[18] É que, se é da Lei que vem a herança, então não é da promessa. Mas foi pela promessa que Deus concedeu a sua graça a Abraão.

{Gálatas 3:15-18 Bíblia dos Capuchinhos}

Esta passagem é provavelmente a mais importante a consultar enquanto se lê Romanos e Gálatas, pois ela embasa o coração da tese de Paulo: a lei (que só pode ser a mosica) veio após a Promessa que Deus fez a Abraão, e se a Promessa fosse então para ser ligada à Lei Mosaica então em efeito suplantaria a Promessa a Abraão e tornaria sua fé na promessa “nula e vazia”. O paralelo entre isto e Romanos 4:13-14 é inegável.O conceito é precisamente o pano de fundo do qual Paulo fala “A lei [mosaica] que não é de fé” (em Gl 3:10-14) enquanto ele procede em citar a Torah. A fé cristã tem seu alvo posto acima e além do que a Lei prometeu, e esta Promessa Abraâmica não apenas precedeu a lei mas a superou (Gl 3:23-25). Paulo está ultimamente afirmando que aquele que toma o caminho da lei (que oferece somente bênçãos temporais)é semelhante ao que trabalha por um benefício salarial, enquanto aquele que toma o caminho superior e anda pla fé, estabelecendo sua esperança na futura glória, recebe uma bênção que de longe ultrapassa a mentalidade do “salário mínimo”.

Correndo risco de alongar este artigo, o ponto final a examinar é a frase “justifica o ímpio”. A leitura protestante clássica deste texto é que Deus declara (legalmente) justo o crente (legalmente) injusto. Mas tal litura é excesivamente problemáica, se não blasfema. Pois Deus declaprar algo como sendo diferente do que realmente é é efetivamente contar uma mentira, ou agir injustamente. Duas interpretações plausíveis dest frase são dadas agora:

a.
o termo “ímpio” está em referência ao pecador e o “justifica” aqui refere-se primariamente a perdoar o pecador, removendo sua injustiça. Isto se encaixa nos versos 6-8 que dizem

[6] Aliás é assim que David celebra a felicidade do homem a quem Deus atribui a justiça independentemente das obras:

[7] Felizes aqueles a quem foram perdoados os delitos

e a quem foram cobertos os pecados!

[8] Feliz o homem a quem o Senhor não tem em conta o pecado!

{Romanos 4:6-8 Bíblia dos Capuchinhos}

Em outras palavras, o ímpio é justificado precisamente tendo seus pecados perdoados.

b.
o termo “ímpio” pode ser referente àquele que é ímpio em referência à lei mosaica, em outras palavras um gentio. O termo “ímpio” é uma forma negada da palavra grega para “[verdadeiro] adorador”. Logo, quando Paulo diz “justifica o ímpio”, ele está realmente dizendo que Deus justifica o gentio! Considerando o contexto que ele estava falando, o que seria mais blasfemo aos ouvidos dos judaizantes que enfatizavam a lei mosaica que isto? Nada! E para piorar as coisas, a testemunha especial de Paulo para “ímpio” foi Abrão, o gentio justificado que ainda nem era circuncidado! E de Davi? Se ele estava falando de seu grave pecado que ele cometeu enquanto Rei, e su arrependeu no Salmo 32 (que Paulo estav citando), então isto provavelmente significa que Davi perdeu seu status de circuncidado mediante a quebra da lei e efetivamente era um gentio da perspectiva da Lei (veja Rm 2:25b).

Com o texto cardeal da soteriologia reformada examinado e refutado, a doutrina protestante da Justificação pela Fé Somente está efetivamente obliterada.

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