Salvação e Soberania de Deus: A Grande Comissão como a Expressão da Vontade Divina (III)

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III. AS TERCEIRA E QUARTA OPÇÕES: DEUS TEM DUAS VONTADES

A maioria dos teólogos, reformados ou não, reconhece que, nas palavras de John Piper, “A intenção de Deus não é simples mas complexa”[26], ou se a vontade de Deus é simples, ela é “fragmentada”[27]. Se o soberano Deus deseja a salvação de todos, provê redenção suficiente para todos, mas nem todos são eventualmente salvos e mesmo assim a vontade de Deus é ultimamente efetuada, então a vontade de Deus exibe uma complexidade que requer um entendimento em fases ou estágios. Teólogos têm empregado um contingente de categorias para descrever as duas vontades de Deus: a vontade divina de preceito, comando, ou permissão é geralmente contrastada com sua vontade decretal, soberana, ou eficaz. A maioria das posições são variações de um dos dois paradigmas: ou a abordagem das vontades oculta e revelada (opção três), ou a visão das vontades antecedente e consequente (opção quatro). Geralmente, teólogos reformados optam pelo paradigma das vontades revelada/oculta, enquanto teólogos não-reformados tomam a última.


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Um comentário sobre “Salvação e Soberania de Deus: A Grande Comissão como a Expressão da Vontade Divina (III)

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