Traduções Crédulas: Examinando Inconsistências do Monergismo Calvinista – Parte 1: Oração Intercessória

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Já fazia um tempo que eu não visitava o Kangaroodort! Este é um dos posts que eu mais gostei – mostra um argumento bem divertido sobre calvinistas e sua mania de dizer que fé é uma contribuição à salvação…

Examinando Inconsistências do Monergismo Calvinista

Parte 1: Oração Intercessória

por Kangaroodort from ArminianPerspectives

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Fonte: http://arminianperspectives.wordpress.com/2008/02/13/examining-inconsistencies-in-calvinistic-monergism-part-1-intercessory-prayer/

Recentemente adentrei uma conversação com alguém sobre as definições próprias de monergismo e sinergismo e se o arminianismo realmente se qualifica ou não como completamente sinergístico. Eu escrevi um pouco sobre este assunto aqui e aqui. Quero me aprofundar um pouco mais e chegar no que eu creio ser uma inconsistência dentro do monergismo calvinista. Antes de fazê-lo eu quero dizer que não creio que monergismo versus sinergismo seja a maneira adequada de enquadrar o debate. Estes termos são ambíguos demais, e geralmente mal-compreendidos (especialmente sinergismo), e eu creio que arminianismo tenha elementos tanto sinergísticos quanto monergísticos, então não é não é apropriado afirmar que o arminianismo é completamente sinergístico. Para mim o debate é melhor descrito como uma discórdia entre se a salvação é condicional ou incondicional.

Quando eu digo que o arminianismo é tanto sinergístico quanto monergístico eu quero dizer que o arminiano enxerga a salvação como uma obra de Deus somente. Deus somente perdoa. Deus somente regenera. Deus somente justifica. Não somos capazes de remover nosso próprio pecado ou de realizar expiação por nós mesmos. Não somos capazes de fazermos a nós mesmos santos. Todos esses são atos monergísticos de Deus. Quando o arminiano afirma que é necessário crer em Cristo para ser salvo, está somente ecoando o testemunho da Escritura que afirma que fé é a condição que Deus requer que seja preenchida antes de Ele salvar.

Deus soberanamente determinou fazer a salvação condicionada à fé. Ele poderia ter feito a salvação incondicional mas Ele decidiu em vez disso fazê-la condicional. Que a salvação é condicionada à fé não significa que fé é uma obra ou contribuição à salvação. É justamente o cumprimento de uma condição e a natureza desta condição desqualifica de ser algo que alguém possa se gloriar diante de Deus.

Pela fé nós reconhecemos nossa incapacidade de nos salvar e nos lançamos à misericórdia de Deus. Fé é render-se a Deus. É desistir de nós mesmos. É abandonar nossas próprias obras e segurar-nos na obra de Deus. Se existe um elemento que é sinergístico na salvação, é a fé. Deus habilita o pecador depravado a responder em fé, mas o pecador deve responder. Deus não crê por nós e Deus não causa irresistivelmente fé em nós. Este é o único aspecto sinergístico do arminianismo. O resto é monergismo. O sinergismo da fé é a única área em que alguém poderia dizer que o pecador em algum sentido “salva a si mesmo”, mas somente no contexto de reposicionar-se no favor de Deus mediante fé e arrependimento. (At 2:40).

Mesmo assim, calvinistas ainda insistem que fé é uma obra de mérito se não é causada irresistivelmente. Alguns calvinistas irão tão longe a ponto de dizer que arminianos creem que o homem tenha capacidade de se salvar a si mesmo. Este claramente não é o caso e o ônus ad prova está sobre o calvinista em demonstrar que há uma correlação necessária entre cumprir uma condição e merecer alguma coisa. Que alguém tenha que cumprir uma condição para receber algo não implica que cumprindo a condição este alguém mereça ou tenha “trabalhado” para isto. Oração intercessória providencia uma moldura conveniente para melhor entender a posição arminiana e demonstrar o absurdo do entendimento calvinista do sinergismo como sendo análogo a uma salvação baseada em obras.

Dois Sistemas de Oração:

Eu geralmente tenho ouvido calvinistas apontarem oração intercessória como um problema para o arminianismo. O argumento diz que no arminianismo a oração seria inútil pois Deus não salva irresistivelmente o pecador. Se nossas orações não podem garantir conversão, então elas são inúteis. Enquanto existir livre arbítrio oração intercessória não pode ser eficaz.

vamos primeiro abordar este argumento e então cuidadosamente examinar as implicações da oração intercessória no sistema calvinista de teologia.

Não segue que se oração intercessória não pode garantir resultado, então ela é inútil. Arminianos creem que Deus trabalha persuasivamente no coração humano mediante o Evangelho para trazer uma resposta em fé. Oração pode ter um profundo efeito neste processo. O arminiano pode orar por mais oportunidades de testemunho. Ele pode orar para que Deus use as circunstâncias para trazer o pecador a um ponto de desespero. Podemos orar para que Deus continue a revelar-Se para o indivíduo. Podemos orar para que Deus remova barreiras e obstáculos à descrença. Todas essas coisas aumentam a chance de conversão.

O calvinista objetará neste ponto que se Deus fosse verdadeiramente tão amável quanto os arminianos alegam, então Ele faria tudo em Seu poder para trazer cada pecador em arrependimento não importando nossas orações. Isto não necessariamente representa a posição arminiana, e não comporta completamente o testemunho de Escritura. Arminianos creem que Deus deseja que todos sejam salvos. Isto não significa que a todos é dada igual oportunidade de salvação.

Deus soberanamente decidiu permitir que suas criaturas tomem parte do processo. Deus usa crentes para pregar o Evangelho pelo qual pecadores virão ao arrependimento. Paulo afirma que se negligenciarmos este dever então pecadores certamente se perderão (Rm 10:14,15). Temos uma tremenda responsabilidade como crentes comissionados a pregar o Evangelho e fazer discípulos de todos os homens. Arminianos também creem que Deus tenha o direito soberano de endurecer corações. Porém, cremos que tal endurecimento é sempre em resposta a uma deliberada rejeição à graça de Deus. Algumas vezes tal endurecimento é temporal e não necessariamente irrevogável (Rm 11:7-32). Oração intercessória pode, então, impactar a decisão de Deus acerca de se Ele continuará a mostrar misericórdia e dar mais oportunidades de arrependimento, ou entregar o pecador inteiramente a sua depravação e descrença (Rm 1:24-32). Pode ser que mediante oração intercessória, a obra de Deus se torne tão poderosa que uma resposta negativa se torne quase impossível. O quase preserva a integridade da resposta e natureza genuína do subsequente relacionamento que resulta disso.

Calvinistas podem dizer que a oração que ainda preserva a vontade dos pecadores em algum grau não vale o esforço. Chuto que eu simplesmente terei que discordar deste ponto. Se nós realmente amamos os pecadores, faremos tudo que puder aumentar a probabilidade de conversão. Se minha filha rejeitar o Senhor quando ficar mais velha seria melhor crer que posso orar por ela ainda que minhas orações apenas levemente aumentassem as chances de que ela viesse à fé em Cristo. Mesmo assim eu mantenho que oração intercessória pode conseguir muito mais que isso.

A conclusão que podemos traçar de tudo isto é que pela oração intercessória o crente pode contribuir com a salvação de outros, fortalecendo e perpetuando a obra de Deus em nossas vidas. Se podemos fazer algo relativo à salvação de outros mediante os efeitos da oração intercessória então o monergismo (como os calvinistas o entendem) não se encaixa. Se os calvinistas desejam insistir que o homem nada pode fazer afinal acerca do processo de salvação então oração intercessória se torna perda de tempo. Agora daremos uma olhada mais de perto nas implicações da oração intercessória da perspectiva calvinista.

As suposições por detrás da teologia calvinista fazem uma bagunça com a oração intercessória. Calvinismo ensina que alguém é salvo na base somente de um decreto eterno e irrevogável. Nada pode efetivamente modificar este decreto. Ele está fixo. É permanente. A decisão foi feita por nós antes do nascimento. A decisão foi tomada antes do universo ser criado. Com isto em mente os problemas da intercessão no pensamento calvinista se tornarão aparentes rapidamente.

O arminiano contende que oração intercessória em um panorama calvinista é irrelevante. Nossas orações não podem ter qualquer efeito no destino eterno de qualquer indivíduo. Tal destino já foi fixado desde a eternidade. Nenhuma falta de oração pode impedir Deus de salvar os eleitos e nenhum montante de oração pode salvar os reprovados. Pior, o crente pode perder incontáveis horas de oração por um reprovado que nunca teve chance de Paraíso sem sequer saber disso.

O calvinista objeta na base que Deus decreta tanto os “meios” quanto os “fins” e a oração intercessória pode bem ser o meio que Deus usa para trazer Seus eleitos ao arrependimento. Vamos então intimar o calvinista a definir “meios. “Meios se referem ao processo pelo qual Deus realiza algo? Se sim então o calvinista deve admitir que crentes contribuem para a salvação dos eleitos mediante oração intercessória. Se este é o caso então a salvação não é monergística como os calvinistas a definem. A única maneira que vejo para evitar tal conclusão é negar que oração intercessória seja verdadeiramente u meio para o fim (apesar de Deus tê-la ordenado). Do momento que isto é admitido, estamos de volta ao problema de a oração intercessória não ter real propósito na teologia calvinista.

Nós podemos além disso perguntar por que o decreto dos meios e fins não se aplica aos reprovados. Deus decretou os meios de reprovação? Se Ele o fez então significa que Deus positivamente decretou o pecado com o propósito de danar a maior parte da humanidade (supra-lapsarianismo)? Algo a se pensar.

Penso que podemos concluir seguramente que se o monergismo é definido ao longo das linhas calvinistas então esta definição leva a insuperáveis dificuldades com oração intercessória. Podemos também ver que existe um real sentido no qual crentes “contribuem” (ou participam) na salvação de outros mediante oração intercessória. O coração de Deus é movido a agir mediante nossas orações pelos outros. Seria estúpido dizer que crentes salvam pecadores orando por eles. Nossas orações não compram ou merecem salvação de outros mas apenas movem o coração de Deus a agir. De maneira semelhante nossa fé não compra ou merece nossa salvação pessoal, mas nossa resposta em fé move o coração de Deus a responder de acordo com Sua promessa em salvar crentes (Jo 3:16-18, 36). Em meu próximo post eu examinarei algumas inconsistências no monergismo calvinista acerca do processo de santificação.

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2 comentários sobre “Traduções Crédulas: Examinando Inconsistências do Monergismo Calvinista – Parte 1: Oração Intercessória

  1. “Deus soberanamente determinou fazer a salvação condicionada à fé” estou tentando traduzir isto: Deus é soberano então Ele Soberanamente transfere a soberania da salvação do homem ao próprio homem (morto) e sua fé? Aquele que está morto em delitos e pecados (cf Ef 2.1) precisa agora soberanamente usar sua fé (a fé do morto!!!) para se “auto-ressuscitar”? Fico imaginando um velório onde alguém chega perto do caixão e começa a falar “força sr defunto, tenha fé e saia desse caixão!!!”.
    O salário do pecado é a morte, e já nascemos mortos por isso (cf Sl 51.5). A morte entrou por um homem e passou a todos(Rm 5.12). A fé de todos está morta(Rm 3.11-12). A fé de Paulo, antes de ser salvo, não poderia lhe ajudar em nada (sua fé o movia a exterminar o nome de Jesus da face da terra – leia Atos 9), mas mesmo assim (quando ele respirava somente morte aos crentes) Jesus SOBERANAMENTE o transformou, sem lhe perguntar se ele aceita qualquer de seus termos. O Soberano nada pergunta sobre a fé, pois Ele é o autor da fé. A Zaqueu Ele disse apenas “hoje ME convém entrar na sua casa”. Aos apóstolos Ele os chamou dizendo apenas “vem e segue-me”. Ele é o pai da fé. Ele é o autor do “arrependimento” que salva (cf At 11.18, 13.48, 16.14). Enfim, a fé (que salva) pertence somente aos eleitos previamente (Tito 1.1), cujos nomes foram escritos no Livro da Vida desde antes que pudessem ter fé, pois está lá desde a eternidade (Ap 17.8).
    Mas estas coisas não podem ser compreendidas se do Alto não for concedido (Lc 10.21).
    O preceito proclamado por Jesus a todos os homens da terra é “arrependa-se para ser cancelados os seus pecados” (At 3.19). O decreto de Jesus é que somente os que são trazidos ao arrependimento pelo Pai sejam salvos (Jo 6.44).
    Estejamos assim NOTIFICADOS (At 17.30).

    • Vamos lá para mais um febeapá…

      “Deus soberanamente determinou fazer a salvação condicionada à fé” estou tentando traduzir isto: Deus é soberano então Ele Soberanamente transfere a soberania da salvação do homem ao próprio homem (morto) e sua fé?

      1 – Deus soberanamente determinou que a salvação seria condicionada à fé. Aonde ocorre alguma transferência de soberania aí?
      Isto, se é que tal conceito idiota que você inventou de sua mente doentia e pecaminosa tem algum sentido…

      2 – Mostre aonde esta determinação de tornar a salvação dependente da fé, implica alguma contradição com a soberania. O ônus da prova é todo seu…

      Aquele que está morto em delitos e pecados (cf Ef 2.1) precisa agora soberanamente usar sua fé (a fé do morto!!!) para se “auto-ressuscitar”?

      1 – Morte não tem conotação de inércia, pequeno parvo. Morte tem conotação de separação – isto fica claro na parábola do filho pródigo (que depõe diretamente contra a interpretação calvinista de graça irresistível e, provavelmente, contra sua parvoíce de “transferência de soberania”) e na citação de Isaías.

      Mas claro, você, como tradutor, acha que eu penso igualzinho a você sobre a “morte”, né?

      2 – Desde quando a responsabilidade de crer torna uma pessoa soberana? Se for assim então toda criança que é ordenada a lavar a louça se torna soberana sobre a cozinha! É, me parece ridículo, mas para um tradutor tão competente, deve fazer todo sentido…

      3 – E desde quando “morto” não pode ter fé? Afinal, qual a lógica de Jesus dizer “Não quereis vir a mim para terdes vida”? Não deveria ser “Não tendes vida para quererdes vir a mim”? Ah é, o tradutor aqui é você…

      Fico imaginando um velório onde alguém chega perto do caixão e começa a falar “força sr defunto, tenha fé e saia desse caixão!!!”.

      Oras, não é o que Jesus faz? Não é o que os apóstiolos ordenam aos descrentes, que creiam para serem perdoados?

      A fé de todos está morta(Rm 3.11-12).

      Isto não se trata da fé, mas sim da depravação humana e do pecado original. Coisa, aliás, que os calvinistas negam sem nem saber…

      A fé de Paulo, antes de ser salvo,

      Como é que é? Então os salvos têm uma fé diferente da dos não-salvos? Mas como é que se pode dizer que “sem fé é imppossível agradar a Deus”?
      Além do mais, Paulo era crente em Deus, antes de ser crente em Jesus, e foi por seu zelo descontrolado que ele matava os cristãos. Isto nada tem a ver com essa bobagem de “fé que não salva”…

      Mais que isto, em momento algum se fala que Paulo tinha fé salvífica em Cristo antes de ser cristão. Nem tem sentido falar tais bobagens.

      não poderia lhe ajudar em nada (sua fé o movia a exterminar o nome de Jesus da face da terra – leia Atos 9),

      Eu pensava que eram as patas dos cavalos que ele montava…

      mas mesmo assim (quando ele respirava somente morte aos crentes) Jesus SOBERANAMENTE o transformou, sem lhe perguntar se ele aceita qualquer de seus termos.

      Aonde tá esta transformação que eu nem vi? Que eu saiba, São Paulo só foi transformado depois de um bom tempo – ele foi cegado, teve que ser guiado até o batismo, e só depois de devidamente batizado é que ele ele foi realmente salvo. Fora do corpo de Cristo não existe salvação – ou um galho seco pode frutificar sem a seiva da Videira?

      O Soberano nada pergunta sobre a fé,

      “Crê e será salvo, tu e tua casa”. Isto me parece claramente uma ordem. E, de acordo com você, a salvação não tem nada a ver com a fé…

      É, coisa de tradutor pateta que não entende nem da própria teologia, só sabe vomitar versículos soltos…

      Além do mais, me explica essa, tradutor iluminado:

      4 Então Jesus lhes disse: Um profeta não fica sem honra senão na sua terra, entre os seus parentes, e na sua própria casa.
      5 E não pôde fazer ali nenhum milagre, a não ser curar alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.
      6 E admirou-se da incredulidade deles. Em seguida percorria as aldeias circunvizinhas, ensinando.(Marcos 6:4-6)

      Por que é que o autor da fé, ‘ultra-soberano mas incapaz de transferir soberania’, não realizou milagres e ainda por cima se admirou de eles não terem fé? Não é Ele que mete a fé goela abaixo?

      pois Ele é o autor da fé.

      ‘Autor da fé’ não significa ‘causador da fé individual’.

      A Zaqueu Ele disse apenas “hoje ME convém entrar na sua casa”. Aos apóstolos Ele os chamou dizendo apenas “vem e segue-me”.

      E?

      Ele é o pai da fé.

      Que eu saiba, pai da fé é Abraão (pai Abraão, tem muitos filhos… hahaha!)…

      Ele é o autor do “arrependimento” que salva (cf At 11.18, 13.48, 16.14).

      Atos 11:18 na verdade advoga CONTRA ti. Basta ler o verso anterior…

      Portanto, se Deus lhes deu o mesmo dom que dera também a nós, ao crermos no Senhor Jesus Cristo, quem era eu, para que pudesse resistir a Deus? (At 11:17)

      Note que o dom da vida e do Espírito foi dado AO CRER e não ANTES DE CRER. Cadê seu “morto” agora?

      MAS Deus não restringiu este dom aos doze, houve muito mais gente que creu, e muito mais gente que poderia ter crido:

      sim, Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão de pecados. (Atos 5:31)

      E Atos 13:48, basta ver o paralelismo:

      Então Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram: Era mister que a vós se pregasse em primeiro lugar a palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais, e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos viramos para os gentios; (Atos 13:46)

      A pregação da Boa Nova foi recebida de uma forma diferente pelos gentios – não é como se a salvação não estivesse disponível aos outros. Os gentios acataram o ensino, foram desta forma preparados/destinados/ordenados pelo Espírito, e creram. Em nenhum momento o texto diz que eles creram porque foram incondicionalmente eleitos para receberem uma graça irresistível. Isso tem que ser vomitado no texto. Ou “traduzido”…

      Enfim, a fé (que salva) pertence somente aos eleitos previamente (Tito 1.1),

      Aqui não diz nada sobre a concessão da fé, pelo contrário, este texto dá margem a afirmar que a fé é o meio da eleição.

      cujos nomes foram escritos no Livro da Vida desde antes que pudessem ter fé, pois está lá desde a eternidade (Ap 17.8).

      Para de falar merda! O Livro da Vida em momento algum é causa eficiente da fé, é isto sim a lista dos crentes de todas as épocas, daqueles que morreram em Cristo e nEle ressuscitarão.

      Mas estas coisas não podem ser compreendidas se do Alto não for concedido (Lc 10.21).

      Por isso mesmo que você fala tanta bobagem…

      O preceito proclamado por Jesus a todos os homens da terra é “arrependa-se para ser cancelados os seus pecados” (At 3.19).

      Mas não é verdade que é impossível o morto ter fé? Então como é que você está falando pro morto “ei, tenha fé e seja livre do pecado”? Não tô mais te entendendo… Não era você que reclamava de evangelizar os mortos? Hahahaha!

      O decreto de Jesus é que somente os que são trazidos ao arrependimento pelo Pai sejam salvos (Jo 6.44).

      E quem são os trazidos ao arrependimento? Aqueles que OUVEM e APRENDEM do Pai que a TODOS ensina (Jo 6:45). É né, achar que a Bíblia é um twitter dá nisso…

      Estejamos assim NOTIFICADOS (At 17.30).

      Engraçado, pois aí está que Deus desconsidera os tempos de ignorância! E de novo ele comanda DESCRENTES a crer… É, mas não era você que dizia que morto não crê? Hahaha!

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