Traduções Crédulas: Perseverança dos Santos (13 de 13)

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Enfim, encerrando esta bela série sobre o mais polêmico tema das Escrituras, a Perseverança dos Santos!

Aqui, Ben Henshaw faz uma defesa pela certeza da salvação de um panorama arminiano. Calvinistas são rápidos em afirmar que somente a doutrina da perseverança inevitável dá segurança ao crente – mas isto está bem longe de ser verdadeiro.

Leia e reflita!

Perseverança dos Santos Parte 13: Segurança da Salvação

por kangaroodort from ArminianPerspectives
Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Nós agora adentramos o importante tópico da segurança da salvação. Calvinistas geralmente alegam que arminianos não têm base sólida para segurança porque arminianos não creem em perseverança inevitável. O calvinista assume que se alguém não pode estar seguro que de fato irá perseverar em fé, então tal pessoa não pode possivelmente ter segurança da salvação. Isto é parcialmente verdade. O arminiano reconhece que não se tem segurança infalível da salvação final. Mas o arminiano crê também que a Bíblia não dá tal segurança também. Em vez disso, a Bíblia dá segurança da salvação presente somente. Esta segurança é baseada na presente fé e confiança nos méritos do sangue de Cristo. Enquanto alguém crê em Cristo ele pode repousar seguro que está em união salvífica com Cristo. Enquanto se está em Cristo, se pode ter segurança da salvação. Podemos ver esta verdade bem expressa em 1Jo 5:11-13,

[11] E o testemunho é este: que Deus nos deu [crentes] a vida eterna; e esta vida está em seu Filho.
[12] Quem tem [no presente tempo] o Filho tem [no presente tempo] a vida; quem não tem [no presente tempo] o Filho de Deus não tem [no presente tempo] a vida.
[13] Estas coisas vos escrevo, a vós que credes [no presente tempo] no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna [no presente tempo], e para que creiais no nome do Filho de Deus.
{1João 5:11-13 Almeida Recebida}

Vemos que a vida reside no Filho e apenas aqueles que presentemente “têm” o Filho “têm” a vida que reside nEle. É assim que João assegura sua audiência crente que eles podem “conhecer” que tem a vida eterna. Aqueles que presentemente “creem” no nome de Cristo são aqueles que têm assegurada vida nEle. isto, é claro, nos remete à passagem de João 15 acerca da Videira e dos galhos. Os galhos desfrutam a vida na Videira (Cristo) apenas enquanto “residem” (continuam, permanecem, resistem) nEle. Enquanto eles permanecem nEle pela fé eles recebem a vida espiritual que reside nEle somente. Se eles cessam de crer em Cristo pela fé (i.e. se tornam descrentes), eles são cortados de Cristo e da vida que reside nEle somente. Enquanto alguém permanece em Cristo, produzirá fruto que dá segurança adicional da salvação enquanto não se pode possivelmente produzir fruto fora de Cristo pois “Sem Mim nada podeis fazer”.

Então a Bíblia dá forte segurança da presente salvação para aqueles que estão em Cristo Jesus, mas, como vimos nesta série, isto não oferece garantia alguma de que alguém presentemente crente infalivelmente perseverará até o fim nesta fé. O calvinista pode perceber isto como sendo uma fraqueza na doutrina arminiana de segurança da salvação mas isto prova ser uma fraqueza maior ainda para o calvinista dado sua doutrina de perseverança inevitável. O calvinista identicamente insiste que uma pessoa deve perseverar na fé para obter a salvação final. O problema para o calvinista é a realidade bem óbvia de que muitos que depositam sua fé em Cristo não permanecem nesta fé até o fim. Muitos que enfim caem têm impressionantes históricos de amor, confiança e servidão em Cristo, e muito geralmente produziram piedosos frutos por muitos anos.

O calvinista é forçado a insistir que tais “apóstatas” jamais foram verdadeiros crentes para começar. Eles são forçados a concluir que a fé, amor e serviço de tais aparentemente piedosos indivíduos não era nada além de uma fraude desde o começo até o fim. Eles são forçados a questionar a integridade daqueles que abandonam a fé e ainda assim afirmam que uma vez creram em Cristo de todo seu coração e amaram a Deus encarecidamente. Eles são forçados a chamá-los de mentirosos e vis hipócritas que podem ter “pensado” que creram em Cristo e “pensaram” que amavam-nO mas estavam simplesmente iludidos e jamais experimentaram uma fé verdadeira ou amor genuíno por Deus. Todos os seus frutos piedosos eram nada além de obras da carne que apenas pareciam dar testemunho de um genuíno relacionamento com Cristo.

Devemos nos perguntar como esses verdadeiros crentes que permanecem em julgamento destes apóstatas e arrojadamente proclamam que a fé e amor desses não eram genuínas podem estar tão certos que sua presente fé e amor é real. Eles não tem problema em conceder que o apóstata pode verdadeiramente ter “pensado” que sua fé e amor eram genuínas apesar do fato que não eram. Como então podem eles ter certeza que eles mesmos não estão igualmente iludidos na sua presente fé e amor por Cristo? Talvez apenas “parecesse” real para eles. Como eles podem estarem certos que sua fé e amor por Cristo não possa um dia falhar, portanto provando que esta fé jamais fora “real” e que eles nunca foram “realmente” salvos desde o início, mas meramente hipócritas iludidos o tempo todo? É comum calvinistas afirmarem daqueles que estavam convencidos que sua fé era real quando de fato não era,

No passado, caro leitor, existiram milhares que estavam tão confidentes que estavam genuinamente salvos e verdadeiramente confiavam nos méritos da obra completa de Cristo para levá-los o Paraíso, como você pode ser; não obstante, eles agora estão nos tormentos do inferno. Sua confiança era carnal; sua “fé”, não melhor que a que os demônios têm. A fé deles era apenas a natural que repousa na letra crua da escritura. Não era sobrenatural, operada por Deus no coração. Eles estavam confiantes demais que sua fé era salvífica, para completa, penetrante, frequentemente, testá-la de acordo com as Escrituras, para descobrir se ela trazia aqueles frutos que são inseparáveis da fé dos eleitos de Deus. Se eles lessem um artigo como este, eles orgulhosamente concluiriam que se refere a outrem. Tão convencidos estavam que eram nascidos de novo há tanto tempo, eles se recusaram a ouvir o comando de 2Coríntios 13:5, “Examinai-vos a vós mesmos…” Agora é tarde demais. Eles perderam o seu dia da oportunidade, e a escuridão das trevas é sua porção para sempre. (Arthur W. Pink, An Exposition of Hebrews – ênfase dele)

[Note também como Pink menciona um “dia de oportunidade” como se os reprovados pudessem possivelmente ter tal “dia da oportunidade” dada a eterna e irrevogável natureza de seu estado reprovado.]

Então o calvinista não pode sequer ter segurança da salvação presente dado que ele jamais pode estar certo de que sua fé de fato perseverará até o fim.  Ela pode ainda falhar e o calvinista deve admitir isto. Portanto, eles não podem possivelmente conhecer “agora” que sua fé é real e a salvação é de fato deles. A fé deles pode ser falsa já que o único teste infalível de fé genuína, de acordo com suas doutrinas, é o teste da perseverança final e última.

João Calvino reconheceu esta dificuldade e tentou abordá-la com uma doutrina que muitos calvinistas acham hoje em dia vexatória. Mas Calvino está de parabéns por ser honesto com a realidade daqueles que caem depois de muitos anos de impressionante testemunho e serviço a Deus. Ele reconheceu e tentou lidar com um sério problema na sua teologia que muitos calvinistas hoje em dia simplesmente fingem que não é real. A solução dele: “graça evanescente”. Calvino propôs a ideia que algumas vezes Deus dá aos reprovados uma graça e subsequente fé tão parecidas àquela dos eleitos que é quase impossível saber a diferença. Ele diz que “a experiência mostra que os reprovados algumas vezes são afetados de maneira semelhante aos eleitos, que mesmo em seu próprio julgamento não há diferença entre eles”. Ele chama a isto “uma operação inferior do Santo Espírito” pela qual Deus “ilumina as suas mentes a tal extensão, para que reconheçam esta graça”. O Senhor aparentemente dá aos reprovados esta graça temporária de tal forma que Ele possa “melhor convencê-los… e deixá-los indesculpáveis”.

Calvino esforçou-se para fazer uma distinção válida entre a fé produzida pela graça evanescente e a fé produzida no eleito pela regeneração genuína. Por exemplo, ele notou que o reprovado não “percebe verdadeiramente o poder da graça espiritual e a certeza da luz da fé” e que eles “jamais terão nada além de um sentido confuso de graça, lançando mão da sombra, em vez da substância, porque o Espírito propriamente sela o perdão dos pecados nos eleitos somente”. “Ainda assim”, afirma ele, “os reprovados creem que Deus é propício para com eles, na medida em que aceitam o dom da reconciliação, embora de maneira confusa e sem discernimento; não que eles sejam participantes da mesma fé ou regeneração com os filhos de Deus; mas por causa de uma cobertura de hipocrisia, eles parecem ter um princípio de fé em comum a eles”. Ele também estabelece que “a convicção que ele distingue do testemunho peculiar que ele dá a seus eleitos a este respeito, que os reprovados jamais alcançam o resultado ou frutificação completos”.

Muito mais poderia ser citado. Nesta última afirmação encontramos alguns pontos interessantes. Calvino aponta principalmente para a diferença como sendo que a fé dos eleitos persevera enquanto a “fé” dos reprovados “jamais alcançará o resultado ou frutificação completos”. A diferença novamente é que a obra graciosa, não obstante “inferior”, do Espírito no reprovado eventualmente “desaparece naqueles que estão temporariamente impressionados”, o que dá evidência que tal graça era apenas “evanescente” enquanto “nos eleitos somente ele implanta a raiz viva da fé, tal que eles perseverem até o fim”. Assim em toda sua tentativa calvino nunca de fato resolveu a dificuldade. Podemos ver isto no fato que a fé genuína só se demonstra genuína se ela persevera e a “fé” dos reprovados é “afetada de uma maneira semelhante aos eleitos, que até mesmo em seu próprio julgamento, não há diferença entre ambas”. Então uma pessoa não pode possivelmente conhecer se sua presente fé é genuína e se a salvação está em sua possessão desde que é concedido que o reprovado “em seu próprio julgamento” tem a mesma fé que o eleito, e até que a fé “persevere até o fim” ela pode ainda provar ser o resultado de engano divino sobre o reprovado. uma obra inferior do Espírito, para “melhor condená-los e deixá-los sem justificativas”.

Num momento Calvino parece dizer que a a “fé” do eleito não produz fruto, “que o reprovado nunca alcançará o completo resultado ou frutificação” mas depois contradiz isto ao dizer,

Eu portanto nego que [reprovados] ou entendam sua vontade considerada como imutável, ou continuamente adotem sua verdade, na medida que ficarem satisfeitos com uma impressão evanescente; Bem como uma árvore que não é plantada fundo o suficiente pode dar raiz, mas no prosseguir do tempo murchará, ainda que por muitos anos não apenas dê folhas e flores, mas produza fruto.  (Todas as citações de Institutes of the Christian Religion, 3:11,12, John Calvin, traduzido por Henry Beveridge, pp. 478, 479, Ênfases minhas)

Então o reprovado pode produzir por anos fruto enquanto meramente experimentando os efeitos desvanecedores da fé evanescente. Enquanto Calvino esforçou-se em assegurar ao “eleito” que sua fé é superior à falsa fé daqueles sob a graça evanescente, nenhuma segurança pode ser encontrada em face de tais declarações. Simplesmente não existe nenhuma maneira de alguém possivelmente saber que sua fé é real até que persevere até o fim nessa fé. Portanto, não existe base para segurança da salvação até o “fim” no calvinismo. Este é on “inevitável” resultado da doutrina da perseverança “inevitável”. Enquanto o arminiano pode pelo menos ter segurança presente da salvação, o calvinista não pode ter nem mesmo isso. O arminiano encontra segurança adicional na verdade bíblica, negada por calvinistas, que Deus verdadeiramente deseja salvação a todos os homens e realizou provisão para salvação de todos na expiação. Devemos reconhecer que ambos arminianos e calvinistas lidam com tempos de dúvidas e luta espiritual. Que segurança pode ser encontrada durante esses momentos? Walls e Dongell apontam os desafios pastorais apresentados àqueles que aconselham crentes em tais dúvidas:

Calvinismo priva aqueles que lutam com sua fé do recurso mais importante disponível: a confiança que Deus ama todos nós com todo tipo de amor que precisamos para nos habilitar e encorajar nosso florescer e bem-estar eterno. Novamente, calvinistas não podem honestamente assegurar as pessoas que Deus as ama desta forma sem alegar conhecer mais sobre os conselhos secretos divinos do que qualquer ser humano possa conhecer. (Why I Am Not A Calvinist, pg. 201)

Ele então cita outra passagem de Calvino na qual ele fala de iluminação temporária para os reprovados e conclui,

O que é de fato notável aqui é tais pessoas que recebem esta iluminação parcial e temporária parecerem por um tempo serem verdadeiramente eleitas mas de fato não o serem. Elas estão iludidas por uma falsa esperança. Esta macabra possibilidade é o que apavora calvinistas que lutam com a segurança e certeza da salvação. Tempos de falha moral e depressão podem ser tomados como evidência de que se não é escolhido afinal e que Deus está endurecendo o coração para que não responda mais fielmente à sua graça… Falta ao calvinismo uma clara garantia para afalar a mais libertadora palavra de encorajamento para pessoas lutando com sua fé e em dúvida da atitude de Deus para com eles – a segurança não-qualificada que Deus os ama e é por eles! (ibid. 203)

Arminianos e calvinistas têm muita base comum acerca da doutrina de de segurança da salvação. Ambas as tradições creem que a segurança pode ser alcançada mediante frutificação e o testemunho interno do Espírito. Ambas as tradições creem que segurança é baseada em uma confidência nos méritos do sangue de Cristo e união com Ele. Ambas as tradições afirmam que uma pessoa deve examinar a si mesma e seu estilo de vida para se certificar que sua fé é presentemente focada em Cristo e no mérito de Seu sangue. Mas a doutrina calvinista de perseverança inevitável na realidade serve para invalidar muitas dessas marcas bíblicas de segurança da salvação. Uma pessoa não pode conhecer se sua fé é presentemente legítima dado que sua fé só pode ser realmente provada legítima se resistir até o fim. Não se pode ter certeza que o testemunho interno do Espírito não seja uma “obra inferior” do Espírito que eventualmente se demonstre evanescente. Não se pode sequer ter segurança no aparente fruto que é produzido na própria vida dado que tal fruto pode eventualmente se provar menos que autêntico, não importa o quão real ele presentemente pareça (e de acordo com Calvino pode até mesmo se produzir fruto genuíno por diversos anos enquanto na influência da fé evanescente).

Tanto arminianos quanto calvinistas devem lidar com a realidade dos falsos profetas como os descritos por Cristo em Mt 7:22, mas Cristo deixa claro que tais falsos mestres não faziam a vontade do Pai e de fato eram “praticantes da iniquidade”. Cristo não está falando daqueles que vivem muitos anos em serviço fiel e de coração para Deus que depois abandonaram a fé. Arminianos podem facilmente assimilar tais pessoas em sua teologia (desde que eles creem que verdadeiros crentes podem cair) enquanto o calvinista é forçado a criar doutrinas problemáticas como a “graça evanescente” que só serve para minar a segurança da salvação. O arminiano pode também aceitar facilmente as diversas passagens da Escritura que comportam este conhecimento experimental de verdadeiros crentes apostatando da fé e aceitar os alertas contra a deserção como sérios e profundamente significativo.

E finalmente o arminiano pode ter uma presente segurança da salvação que o calvinista não pode ter enquanto é consistente com suas doutrinas. Ela comporta plenamente o que Paulo afirma aos coríntios,

Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados. {2Coríntios 13:5 Almeida Recebida}

Paulo claramente afirma que podemos conhecer se estamos ou não “na fé”. Podemos examinar e provar nossa presente fé para ver se la é de fato genuína. isto simplesmente não é verdadeiro no calvinismo desde que o único teste infalível de fé genuína é sua definitiva permanência até o fim. Portanto, ninguém pode possivelmente conhecer com certeza “agora” que está “na fé”, algo contrária às claras palavras de Paulo.

Apesar das alegações calvinistas que sua doutrina de perseverança inevitável lhes dá uma posição mais sólida que a arminiana acerca da segurança da salvação, nós vimos que a segurança da salvação arminiana comporta melhor os dados bíblicos e evita a necessidade de construir doutrinas estranhas como a “graça evanescente” de Calvino. Em análise final a doutrina arminiana de perseverança apoia a realidade bíblica de que se pode ter segurança presente da salvação enquanto a doutrina calvinista da perseverança alarmantemente falha nessa área.

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4 comentários sobre “Traduções Crédulas: Perseverança dos Santos (13 de 13)

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    • Rápida resposta, estou sem tempo para me aprofundar em algo tão mal escrito.

      Mas como eu já tinha visto isso antes:

      A base epistemológica do calvinismo esfacela-se rapidamente neste tipo de comentário. Afinal, o próprio crente não tem um método certeiro para certificar-se de seu status relacional com Deus.

      Assim como é impossível uma pessoa saber se ela não vive na Matrix do filme, ou se ela não é nada além de um cérebro numa cuba cheio de fios conectados ao computador de um gênio do mal, o artigo em resumo não responde como um crente pode ou não estar em algum tipo de auto-engano – ou, na percepção calvinista, num engano provocado por Deus, dado que nada escapa das consequências do capricho de Deus. O calvinismo transforma a dúvida em incerteza.

      Além disso, há trechos muito mais sérios, aonde Calvino de fato lança essa dúvida, e coloca na mesa o fato que sim, Deus dá uma medida de graça que em algum momento ele mesmo arranca unilateralmente. Estranhamente, ele não aborda este trecho, apenas põe em dúvida a teologia de Calvino para daí extrair uma interpretação totalmente anacrônica.

      Se bem que, vindo de um blogueiro que já tentou provar (mediante copy-paste) que Calvino cria em expiação limitada, devemos esperar tudo que é estratagema, não é mesmo?

      Nu deixei o ventre de minha mãe, e nu partirei da terra. Yahweh deu, Yahweh o tomou; louvado seja o Nome do SENHOR! (Jó 1:21)

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