Traduções Crédulas: Falácias da Apologética Calvinista X

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Mais uma para o rol das falácias da apologética calvinista! E essa é bem comprida: a acusação de que o arminianismo torna a fé uma obra. O mais divertido, nessa análise de Josh Thibodaux, é que na verdade há calvinistas que afirmam que a fé É uma obra da lei!

Enfim, se divirtam com esta peça de humor fino dos blogueiros do ArminianPerspectives!

Falácias da Apologética Calvinista – Falácia X: Espera, Agora Fé É Uma “Obra”?

por J.C. Thibodaux from ArminianPerspectives
Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Falácias Correlatas:
Equivocação
Erro de Categoria

“[Arminianismo] nega o sola fide (fé somente) ao mudar o caráter da fé tal que ela seja basicamente uma obra” (Rev. Richard Phillips [Alliance of Confessing Evangelicals], Is Arminianism a Biblical View or Is it Heresy?)

“Não, a própria doutrina da justificação, como pregada por um arminiano, não é nada além da doutrina de salvação por obras, reerguida; porque ele sempre pensa em fé é uma obra da criatura e uma condição de sua aceitação. É tão falso dizer que o homem é salvo pela fé como obra, quanto dizer que ele é salvo pelas ações da lei” (Spurgeon, C.H., “Effects of Sound Doctrine”)

Continuando no tema da fé, outra estranha assertiva geralmente feita por calvinistas é que não-calvinistas algumas vezes tornam a fé em uma “obra” (como em “salvação por obras”). Se verdadeiro, isto iria obviamente invocar desastre para qualquer sistema concorrente de crenças, dado que a escritura nega claramente que o homem seja justificado por obras. A lógica simplista por detrás deste argumento é precipitadamente demonstrada por Fred Butler do Grace to You Ministries em minhas correspondências com ele:

Se Deus requer que cooperemos com Seu plano de salvação… então como isto NÃO É obra?

Seu raciocínio é bastante simples: todos os atos humanos são “obras” de alguma natureza, portanto crer que fé é algo que a pessoa faz torna a fé uma obra. Apesar de aparentemente boa, esta lógica descontextualizada começa a desmoronar rapidamente quando as Escrituras são examinadas. Para desmontar esta falácia, vamos examinar alguns fatos incontroversos da Escritura:

1. Salvação e justificação são pela fé

Isto deve ser aceito sem mais. Para ser completo:

Sendo então justificados pela fé, temos paz para com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo;{Romanos 5:1 BLIVRE}

De maneira que a Lei foi nosso tutor para nos levar a Cristo, para que pela fé fossemos feitos justos.{Gálatas 3:24 BLIVRE}

E ele recebeu o sinal da circuncisão por selo da justiça da fé que está na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que creem, estando na circuncisão, para que também a justiça lhes seja considerada;{Romanos 4:11 BLIVRE}

2. Fé é crer

Alguns podem tentar construir alguma distinção artificial entre fé e crer; não existe tal diferenciação na Bíblia, ambos são sinônimos. É aceito por todos os lados que justificação é pela fé (veja Rm 4:11 acima) e, e é afirmado diretamente pela Escritura que é crendo que se é declarado como justo:

Porque, o que diz a Escritura? E Abraão creu em Deus, e foi lhe considerado como justiça.{Romanos 4:3} [veja também Gn 15:6, Gl 3:6, Tg 2:23]

Então fé é sinônimo de crer em Cristo.

3. Crer é ação humana

Simplificando, Deus não crê por nós, somos nós que cremos em nossos corações, o que as Escrituras atestam claramente:

Porque, se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se confessa para a salvação. {Romanos 10:9-10 BLIVRE}

Como eu comentei no último post:
“…é vital diferenciar entre a condição para salvação e a verdadeira obra salvífica. Vir à fé em Cristo livremente não é 99,99% Deus me salvando e 0,01% eu me salvando. Eu faço exatamente 100% de meu próprio crer em Cristo, ao qual Deus graciosamente responde fazendo exatamente 100% da obra salvífica”.

Então colocando os fatos que aprendemos juntos silogisticamente:

(P1) Salvação e justificação são pela fé
(P2) Fé é crer
(P3) Crer é uma ação humana
(C1) Portanto, salvação e justificação surgem através de uma ação humana – crer

A conclusão aqui correlata perfeitamente com a precedente em Rm 10:10, Porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se confessa para a salvação.

O calvinista pode objetar neste ponto que ele crê que fé é irresistivelmente conferida por Deus mediante regeneração ou algo do gênero, mas isto é bem além do ponto quando se aborda a acusação “salvação por obras/obras-justificação”. Não importa se as pessoas creem num sentido realmente livre, ou se são irresistivelmente modificadas para que não tenham outra escolha, crer em algo do próprio coração é ainda uma ação humana, o que nos leva ao próximo ponto.

4. Escritura ensina que salvação é pela fé, não obras; e que ninguém pode ser justificado por obras

Assim como também Davi afirma que bem-aventurado é aquele a quem Deus considera a justiça independentemente das obras,{Romanos 4:6 BLIVRE}

Então dados tais fatos,
(P1a) Salvação e justificação surgem de uma ação humana – crer (C1 acima)
(P2a) Escritura ensina que salvação é pela fé, não obras; e que ninguém pode ser justificado por obras
(C2) Portanto a ação de crer não é comparável com “obras” que a Escritura afirma que ninguém pode ser por elas justificado

Obviamente, quando as Escrituras se referem a nossa retidão não ser por obras, a ação de crer logicamente não pode ser incluída em tal conjunto se alguém ler as Escrituras com alguma consistência. Os desafios não-escriturais dos apologistas reformados começam a se revelar cada vez mais quando a resolução óbvia é apresentada…

A Simples Solução do Contexto

Não hã realmente nenhum grande mistério ou paradoxo aqui. As “obras” pelas quais o homem não podem ser justificados são as obras da lei como o contexto dos ensinos de Paulo sobre fé e justificação facilmente confirmam:

Pelo que nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da Lei; porque é pela Lei que vem o conhecimento do pecado.{Romanos 3:20 BLIVRE}

Por quê? Porque a buscavam não pela fé, mas como que pelas obras da Lei; porque tropeçaram na pedra de tropeço.{Romanos 9:32 BLIVRE}

Sabendo, porém, que o homem não é feito justo pelas obras da Lei, mas sim pela fé em Jesus Cristo; também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos feitos justos pela fé em Cristo, e não pelas obras da Lei; porque nenhuma carne se fará justa pelas obras da Lei. {NOTA: fé em (Jesus) Cristo – trad. alt. fidelidade de (Jesus) Cristo} {Gálatas 2:16 BLIVRE}

E para que pela Lei ninguém se faça justo diante de Deus, está bem manifesto: Porque o justo viverá pela fé.{Gálatas 3:11 BLIVRE}

Em página alguma a Bíblia iguala crer em Cristo com manter alguma obra da lei, e portanto salvação pela fé nunca pode ser “salvação pelas obras” no sentido que Paulo condena. Alguns calvinistas podem insistir que sendo ela uma ação humana ainda a faz alguma forma de obra, mas esta não é na realidade uma objeção, desde que mesmo que qualquer coisa que uma pessoa faça possa ser em algum sentido chamada de ‘obra’, tais ações não necessariamente terão relevância ao tópico da lei. Quando Cristo falou de trabalhar pela comida que não perece, a multidão perguntou como eles poderia fazê-lo.

Trabalhai não pela comida que perece, mas sim pela comida que permanece para vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque Deus Pai a este selou.
Disseram-lhe pois: Que faremos, para trabalharmos as obras de Deus?
Respondeu Jesus, e disse-lhes: Esta é a obra de Deus: que creiais naquele que ele enviou.{João 6:27-29 BLIVRE (ênfase acrescida)}

Então crer pode de fato ser considerado uma obra (em um senso bem vago) em virtude de ser uma ação humana. Este fato não entra em conflito com nada dos ensinos de Paulo contra salvação por obras, desde que Paulo não está condenando salvação mediante a ação de crer, ele está denunciando tentativas de merecer a salvação pela manutenção da lei mosaica. Este fato é ainda mais (evidenciado=driven home) pelo fato que Paulo traça um contraste direto entre as duas práticas:

Porque se Abraão foi justificado pelas obras, ele tem motivos para se orgulhar, mas não diante de Deus.
Porque, o que diz a Escritura? E Abraão creu em Deus, e foi lhe considerado como justiça.{Romanos 4:2-3 BLIVRE (ênfase acrescida)}

Note que a ação de Abraão crer em si mesma é falada em direta contraposição a “obras”. Claramente, desde que crer é uma ação que os homens executam em seu corações (conforme Rm 10:9-10 acima), seu dispensa de justificação por obras não implica a exclusão de todas as ações em obediência ao Evangelho tais como ouvir (Rm 10:17), receber (Jo 1:12, Tg 1:21) ou crer, mas simplesmente que obras da lei não podem justificar.

“Salvação para fé?”

Para salvar o infundado caso que eles e seus antepassados levaram a cabo durante séculos, alguns calvinistas realmente irão tão longe ao ponto de negar a redenção mediante a fé! Incrivelmente, Hendryx toma esta postura:

“Novamente, é verdade que a Bíblia contrasta fé e obras, mas fé bíblica nunca é vista como algo que nós, em nossa condição não-regenerada, temos como autonomamente (à parte do invencível poder do Santo Espírito) contribuir… Mas a obra de Cristo nos redime para fé, não na condição da fé” (Hendryx, J., ‘Can Faith Ever Be Considered a Work?’1)

Myron Berg (um monergista luterano) aparentemente concorda:

Proponentes da graça preveniente também fazem da fé uma obra. O propósito de Deus em declarar fé como essencial para salvação não foi reduzir os requerimentos de Deus de manter os dez mandamentos para apenas ter fé (o que é parte do primeiro mandamento) mas usar fé como indicador que a pessoa chegou à percepção que sua condição é tão repugnante a Deus que sua única saída é que Cristo possa estar em seu lugar diante de Deus. (Berg, M., ‘Prevenient Grace’)

Para a assertiva de Hendryx, a palavra para ‘redenção’ (apolytrosis) é usada sinonimamente com perdão dos pecados.

No qual temos libertação pelo seu sangue, o perdão dos pecados, segundo as riquezas de sua graça;{Efésios 1:7 BLIVRE}(veja também Cl 1:13-14)

Agora é aparente que alguém não pode ter tal redenção/perdão dos pecados se ele não for justificado em Cristo (os termos ‘justificação’, ‘perdão’ são ambos usados sinonimamente com sendo feito justo durante a exposição sobre justificação mediante fé em Romanos 4). Afirmar que somos “[redimidos] para fé” como Hendryx faz é portanto equivalente a afirmar que redenção e justificação precedem (e portanto não vêm por meio da) fé, contrário ao pleno ensino da Escritura que de justificação pela fé (por exemplo Rm 5:1, Gl 3:24 citados acima). O mesmo problema permeia o comentário de Berg, desde que se crer é meramente o indicador ou sintoma e não a condição para justificação em Cristo, então não pode corretamente ser dito que somos justificados pela fé. Tais tentativas de emoldurar salvação condicionada pela fé como sendo “salvação por obras” colapsam sobre seu próprio peso, desde que aquele que o faz deve implicitamente negar justificação pela fé.

Fé É uma Obra da Lei?

Berg levanta uma objeção interessante que eu já havia visto antes. Alguns monergistas replicam que fé era um assunto da lei, portanto se ela for uma condição de salvação, ainda se está pregando “justificação pelas obras”. Por exemplo, Jesus afirma,

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, o endro, e o cominho, e deixais as coisas de maior peso da Lei: o juízo, e a misericórdia, e a fé: estas coisas devem ser feitas, sem se deixar as outras.{Mateus 23:23 BLIVRE}

Então fé no contexto geral das missivas de Paulo é um assunto da lei mosaica? Pense, um homem que procura estabelecer sua própria retidão pelos méritos da lei pode adotar alguma forma de fidelidade ou fé em Deus e Suas maravilhosas obras como um ponto de dever da lei para sua justificação (como Paulo sem dúvida fez antes de sua conversão). Mesmo assim, tal pessoa estaria negando a obra de Cristo mediante a tentativa de estabelecer sua própria justificação. Exatamente como aqueles judeus que rejeitaram o Messias, alguém pode ser “zeloso de Deus mas não de acordo com o conhecimento” (Rm 10:2). Então mostrar que fé em Deus é assunto da lei mosaica dificilmente iguala a fé em Cristo a sendo uma obra daí. Esta abjeta ignorância de tal acusação é também diretamente refutada pela clara distinção de Paulo sobre lei e fé que vem de Gálatas 3:

Porque todos quanto são das obras da Lei, estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em tudo quanto está escrito no livro da Lei, para o fazer. E para que pela Lei ninguém se faça justo diante de Deus, está bem manifesto: Porque o justo viverá pela fé. Porém a Lei não é da fé; mas o homem que fizer estas coisas viverá por elas. Cristo nos resgatou da maldição da Lei, ao se fazer maldito por causa de nós. Porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em um madeiro. Para que a bênção de Abraão viesse aos gentios em Cristo Jesus, e para que nós, pela fé, recebêssemos a promessa do Espírito. Irmãos, eu falo como homem; o pacto de um homem, depois de confirmado, ninguém o anula, ou lhe acrescenta. Portanto a Abraão, e à sua semente, foram ditas as promessas. E não diz: “E às sementes” como se estivesse falando de muitos descendentes, mas sim como a um descendente; “E a tua semente”, que é Cristo. Mas digo isto, que o pacto confirmado anteriormente por Deus em Cristo, pela Lei que veio quatrocentos e trinta anos depois, não é invalidado para anular a promessa. Porque se a herança é pela Lei, já não é mais pela promessa; mas Deus a Deu graciosamente para Abraão por meio da promessa. Então, para que é a Lei? Ela foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse a semente, a quem se fez a promessa; e pelos anjos foi posta na mão de um intermediário. E o intermediário não é de um; mas Deus é um. Então a Lei é contra as promessas de Deus? De jeito nenhum; porque se a Lei foi dada para se poder viver, verdadeiramente a justiça teria sido pela Lei. Mas a Escritura juntou tudo debaixo do pecado, para que a promessa fosse dada aos crentes pela fé em Jesus Cristo. {NOTA: fé em Jesus Cristo – trad. alt. fidelidade de Jesus Cristo} Porém antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da Lei, e presos por ela até que a fé fosse revelada. De maneira que a Lei foi nosso tutor para nos levar a Cristo, para que pela fé fossemos feitos justos. Mas depois da fé chegar, já não estamos debaixo do tutor; Porque todos vós sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus;
{Gálatas 3:10-26 BLIVRE} (ênfase acrescida)

Como está escrito, a lei não é contra as promessas de Deus mediante a fé, mas nem é a substância daí, mas foi adicionada séculos depois devido as transgressões. A lei e os profetas corretamente comandavam o crer em Deus (2Crônicas 20:20). Isto não abrange, mas como um bom mestre, de fato aponta para a superior fé em Cristo (Lc 24:44, Gl 3:24 citado acima).

Alguém debaixo da lei pode crer em Deus e que Ele faz coisas miraculosas como um ponto dos requerimentos de justificação pela lei, isto não é o mesmo que alguém que crê em Cristo para sua salvação. O primeiro mostra fidelidade como matéria de dever na tentativa de se justificar a si mesmo, o segundo reconhece sua incapacidade de ser justificado pela lei e sua necessidade de Cristo. Como oposto das tentativas de manter a lei, fé em si mesma não é o que de fato justifica, mas Aquele em quem a fé é graciosamente depositada a declara como justificação. Como oposto ao que crê em Deus como matŕia de manter a lei para auto-justificação, aquele que crê na obra expiatória de Cristo, reconhecendo sua necessidade dEle como Salvador, já admitiu que está caído (Rm 3:23) e que suas próprias obras são inadequadas para justificá-lo. Isto é por que tal distinção é traçada nas missivas de Paulo entre lei e fé, e por que seria um um erro crítico igualar fé salvífica em Cristo com as obras da lei.

Conclusão

A acusação de justificação por obras que calvinistas são tão famosos por lançar realmente não se sustenta nem um pouco quando as Escrituras são examinadas. A simples sugestão que arminianos/sinergistas creem em tais coisas escancara a fundamental ignorância do que fé e obras realmente são em seus contextos escriturais por parte de seus acusadores.

A asserção que fé é uma “obra” porque é algo que pessoas fazem é incoerente à luz da Bíblia igualando fé com crer (uma ação); a clara resolução sendo que “obras” no contexto dos ensinamentos da Escritura que “fé, não obras” são as obra da lei. Falha em reconhecer isto tem levado mesmo calvinistas famosos como Hendryx a advogar “redenção para fé” em oposição a “justificação pela fé” ensinada no Novo Testamento. Sua tentativa de que fé é comandada na lei é desesperadamente errônea pelo fato de a.) ignorar a forte distinção descrita por Paulo entre fé em Cristo e obras da lei aos gálatas, e b.) acaba por efetivamente fazer afirmações auto-contraditórias de que é um assunto da lei o confiar em Cristo para fazer por mim o que minha manutenção da lei não pode fazer.

A acusação que arminianos “tornam a fé em uma obra”, sendo demonstrada como uma simples equivocação de termos (confundir obras da lei com fé), as acusações associadas que eles levantam contra os que creem que livre arbítrio exerce algum papel seja lá no que cremos colapsam também.

“E um ponto que eu ainda tenho que ver explicado também é como tomar uma decisão qualifica-se como “obra”. Os judeus estavam proibidos de trabalhar no Sabbath; isto os proibia de pensar ou tomar uma decisão? Existe qualquer evidência que a palavra grega por detrás de “obras” (ergon) se refere a um pensamento ou decisão? É meu mais sincero desejo que um calvinista empenhado se posicione e responda esta questão, porque parece para mim que esta é uma premissa falha na qual o caso calvinista repousa” (Holding, J.P. [Tektonics.org], Un Conditioning)

É aparente que as acusações de “salvação por obras” que os calvinistas tipicamente empregam são baseadas em suu elementar má-compreensão da natureza da fé salvífica e obras da lei. Tais acusações então constituem meras tergiversações desprezíveis fundamentadas em descontextualização de termos, e o erro de igualar as obras da Antiga Aliança para sua própria justiça com a obediência para a Nova Aliança para a justificação de Cristo.

Notas de Rodapé:
1. A objeção adicional de Hendryx, “A questão que precisamos nos perguntar é, “o que nos faz diferentes de outros homens que não creem?” … a graça de Deus em Cristo ou a vontade do homem? Se dissermos “a vontade do homem”, isto é uma ostentação e portanto não é o tipo de fé que é contrastada com obras na Bíblia.” já foi respondida no post anterior.

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