Traduções Crédulas: Explorando a Psicologia da Aceitação do Calvinismo

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Um artigo light e sem muita teologia por detrás. Aqui encontramos algumas confissões e uma breve análise do perfil psicológico de pessoas que aceitam o calvinismo.

Explorando a Psicologia da Aceitação do Calvinismo

por Sociedade dos Evangélicos Arminianos
Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Em uma de nossas discussões patriculares, um de nossos membros estava pensando sobre a influência que o ambiente de fundo pode ter em trazer alguns para a aceitação do calvinismo. Ele notou que conhece alguém cujo ambiente familiar resultou em legalismo e sentimentos de “não se encaixar” nesta família, e que tais coisas causaram uma luta espiritual dentro dele, que o levaram a estudar o ramo calvinista do cristianismo. Foi explicado a ele por um evangelista calvinista que Deus “escolheu” ele “elegendo-o para salvação”. Este foi o gancho que este seu amigo precisava para aceitar o calvinismo como uma moldura de reverência. Outro membro respondeu com a seguinte análise interessante (parte do material citado aqui foi levemente editado, ainda que esteja entre aspas):

“Eu não tenho visto tais confissões mas eu sempre tive suspeitado que esta é uma das razões pela qual o calvinismo é adotado. Deve fazer sentir-se muito especial crer que eles foram tomados a dedo dentre tantos outros que foram preteridos ao largo desde a eternidade. Calvinistas costumam dizer que suas doutrinas não dão espaço para vanglória, mas psicologicamente eu não vejo como alguém pode evitar se sentir um pouco melhor que os “reprovados” que Deus passou ao largo enquanto os escolhia. Eles dirão que Deus os escolheu incondicionalmente e ainda assim Deus deve tê-los escolhido por uma razão, caso contrário Suas escolhas seriam arbitrárias. Eles então dirão que Deus tem uma razão mas ela está oculta nEle e não tem nada a ver com eles. Mas no fundo eu suspeito que eles lembram que Deus deve tê-los escolhido baseado em Sua infinita sabedoria, e isto deve fazê-los se sentir muito especiais. É por isso que algumas versões do calvinismo veem os reprovados como sub-humanos ou apenas jogadores extras no estágio da vida a fim de melhorar os eleitos ou tornar a glória e o amor de Deus conhecidos aos eleitos. Isto é muito orientado ao ego na minha opinião apesar das alegações de ela ser centrada em Deus,”

“Eu lembro de visitar um website onde eles vendiam camisetas ‘reformadas’. Algumas camisetas diziam ‘Escolhido pela Graça’. Isto me atingiu como sendo um pouco repugnante dadas as pressuposições calvinistas (de que Deus passou ao largo e reprovou a maior parte das pessoas que veriam o calvinista pomposamente vestindo sua camiseta ‘Escolhido pela Graça’). Lembro de pensar que um calvinista jamais poderia vestir uma camiseta ‘Jesus te Ama’, mas altivamente vestiria uma camiseta ‘Escolhido pela Graça’.”

“Então resumindo, estou certo de que muitos que adotam o calvinismo o fazem porque eles se sentem abandonados na vida ou têm situações familiares difíceis ou jamais se sentiram como se se encaixassem. Então eles ouvem alguém lhes dizer que Deus os escolhera desde a eternidade para ser parte de Sua família especial. Isto certamente tem uma atração emocional. Isto é uma vergonha porque eles poderiam encontrar o mesmo conforto no arminianismo se propriamente compreendido, mas a ideia de ser escolhido a dedo entre tantos antes mesmo de ser criado deve fazer estes se sentirem muito felizes e importantes em minha opinião”

Outro membro fez coro de sua própria experiência pessoal como ex-calvinista:

“Quando eu era calvinista, eu me sentia REALMENTE ‘especial’, ‘aceito’… E é verdade, não importa o quanto eles protestem, o calvinismo faz os calvinistas se sentirem superiores ao resto. Ainda que eles insistam que Deus não os elegeu baseado em seus méritos, Ele ainda os escolheu em detrimento dos outros, e isto faz uma ligação em sua psiquê (isto aconteceu comigo, e eu testemunhei ao vivo com outros na minha igreja presbiteriana).

“Também, deixar o calvinismo, ser convencido que ele não era verdadeiro, levou um par de anos. Por causa da euforia de ser um dos troféus especiais de Deus, não é fácil ser convencido do contrário. Eu louvo a Deus que eu saí, mas as experiências (dogmas) continuam com a pessoa por um bom tempo depois.”

Este mesmo comentador sumarizou o que nós podemos chamar de ponto final da discussão: “ninguém é aceito por Deus por causa de um sistema teológico de companhia. Somos ‘aceitos’ por Deus mediante a fé em e união com Jesus Cristo (Rm 15:7), ‘Para louvor da glória de sua graça, pela qual nos agraciou no seu Amado’ {Efésios 1:6 BLIVRE}.

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