"Sê fiel até a morte, e eu te darei a coroa da vida." (Jesus Cristo)

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Traduções Crédulas: Arminius sobre a Divindade de Cristo

Parece que é mania entre os reformados de hoje em dia espalhar mentiras acerca de arminianos. As mais recentes foram acerca de Roger Olson, chamando-o de blasfemo perigoso por achar que um deus como o descrito pelo calvinismo não seria digno de louvor (interessante notar que estes mesmos calvinistas adoram de paixão gente como Augustus Toplady e John Owen, que criam da mesma forma que um deus como o descrito pelo arminianismo é fraco e débil, digno de pena; para não contar alguns boatos acerca de Augustus Nicodemus, de quem foi dito ter dito que a deidade arminiana é “banana”).

Mas a mais nova-velha é duvidar da ortodoxia, ou mais especificamente da cristologia de Arminius. Já falei sobre um pretenso doutor que afirma Arminius ser ariano, usando pretensas fontes primárias.

Aqui, pretendo colocar o que Arminius disse acerca da divindade do Filho de Deus. Tirem suas conclusões!

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Traduções Crédulas: Suarez sobre Sentido Composto e Sentido Dividido

Suarez sobre Sentido Composto e Sentido Dividido

Porém, a ação em si mesma não deve ser contada entre as coisas que são necessárias para agir. Isto é evidente per se, desde que do contrário não se estaria afirmando nada de especial sobre as causas sob discussão; em vez disso, se estaria fazendo uma afirmação que todas as coisas — não apenas para todos os agentes mas para todas as entidades também — a saber, que se elas têm uma forma que pela qual são constituídas com tal e tal esse ou debaixo de uma tal noção, então o consequente que eles são de tal tipo segue necessariamente. Pois assim como se alguém tem brancura, então ele é necessariamente branco, então também se alguém exerce uma ação, ele necessariamente efetua algo – onde isto é meramente a necessidade da consequência (como eles dizem): isto é, uma necessidade condicionada, e não a necessidade do consequente – isto é, uma necessidade absoluta. O tipo anterior de necessidade é irrelevante no presente contexto, desde que causas não podem ser distinguidas com respeito a ele[1]. Portanto, a fim da discussão ser lidada com verdadeira e própria necessidade, a ação em si não deve ser incluída quando uma causa é dita atuar necessariamente uma vez que todas as coisas requeridas estão presentes.

A partir disto segue, a fortiori, que o que quer que seja posterior à ação ou consequente a ela não deve ser incluída. Isto é óbvio per se. De fato, falando apropriadamente, nada deste tipo pode ser dito como necessário para a ação; em vez disso, é dito que é necessário dada a ação. (Francisco Suarez. On Efficeint Causality. p 271. Traduzido por Freddoso.)


1 – É trivial e universalmente verdadeiro que necessariamente, se um dado agente age, então ele age. No contexto presente, por contraste, nós estamos interessados nas condições sob as quais é verdadeiro que um dado agente age necessariamente, onde a necessidade está ligada à ação em si absolutamente.

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Traduções Crédulas: Filipenses 1:29 por Richard Coords

Continuando a Bíblia Comentada por Coords, mais um trecho, dessa vez um tiquinho mais curto: Filipenses 1:29.

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Traduções Crédulas: Hebreus 12:2 por Richard Coords

Pois bem, mais um texto da Bíblia Comentada por Coords! Aqui ele trata do autor e consumador da fé. Ou melhor, do exemplo de fé.

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Traduções Crédulas: Retórica Calvinista: A Série

Eis uma daquelas séries que eu tenho adiado desde a sua concepção! Aqui, Martin Glynn faz um apanhado das diversas técnicas de discurso que calvinistas têm aplicado desde sempre.

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Traduções Crédulas: O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte IV de IV

O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte IV de IV

John MacArthur afirma que o livro contém os nomes de todos que foram “escolhidos para salvação”. Como calvinista, isto quer dizer que Deus incondicionalmente os elegeu para salvação, e eles receberão a chamada eficaz interna, graça irresistível, resultando em regeneração seguida de uma inevitável escolha livre para crer. Imediatamente seguindo seguindo essas palavras ele diz “Descrentes, cujos nomes não estão anotados no livro da vida, perecerão, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos (2Ts 2:10). Escritura também ensina que os infiéis serão julgados porque não creram na verdade mas tomaram prazer na malignidade (2Ts 2:12). Enquanto os eternamente eleitos são salvos mediante fé no Senhor Jesus Cristo (Jo 3:16, 5:24; At 13:39, 16:31; Rm 3:22-30, 4:5, 10:9-10; Gl 3:22-26; Ef 2:8-9), os não eleitos são perdidos porque se recusam a crer no evangelho (Jo 3:36; Rm 1:18-32, 2:8; 2Ts 1:8-9; 1Pe 2:8, 4:17). Descrença e rejeição sempre indicam tais pessoas cujos nomes não foram inscritos … no livro da vida” [i]

Como um calvinista desencantado, eu diria a mesma coisa sobre estas Escrituras como MacArthur o fez, mas a verdade do calvinismo transmogrifica estas afirmações e o que elas implicam. A verdade do calvinismo é que aqueles fora do livro não podem receber o amor da verdade para serem salvos; os infiéis não creem porque não podem crer. E mais, os eternamente eleitos não recebem salvação pela fé – fé como a primeira parte da salvação ou da condição de salvação – porque eles na realidade recebem salvação mediante eleição incondicional que é executada pela regeneração forçada e é seguida por um inescapável ato livre de fé. Finalmente os não-eleitos não são perdidos porque eles meramente se recusam a crer no evangelho – claramentente implicando que eles poderiam ter crido – mas em vez disso eles recusam o evangelho porque Deus não escolheu elegê-los mas em vez disso deixá-los fazer aquilo que eles somente poderiam fazer, que é recusar. Esta é uma realidade inquietante.

Calvinismo não é privado de paixão em ver os perdidos vindo a Cristo. Não obstante, se a lógica prevalece, é apenas uma paixão vertical. Quer dizer, é uma paixão de cumprir o mandamento de Deus, de ser usado por Deus para reunir seus eleitos. Não pode ser uma paixão horizontal do Espírito, o que é um peso, amor e pesar por todos os perdidos do mundo, ou mesmo para cada indivíduo particular, de vir a conhecer Cristo. Pois o Deus do calvinismo nem memso tem tal paixão. A paixão de um calvinista consistente não é de fato dirigida para o indivíduo mas sempre para Deus, o que alguns calvinistas se deleitariam como justificando o calvinismo. Porém, isto só é verdadeiro se a Escritura apoiar, e eu não penso que seja o caso. Além do mais, se o calvinismo é verdadeiro, a não ser que o calvinista saiba que Deus verdadeiramente trouxe para ele um de Seus eleitos – o que parece impossível de saber objetivamente – o calvinista precisa recusar a dar paixão horizontal porque ela poder ser mero sentimento humano ou influência satânica, ambas contrárias à paixão divina.

A paixão do calvinismo não pode ser logicamente consistente com o calvinismo, sendo dirigida aos perdidos da mesma forma que a simples leitura da Escritura retrata a paixão de Deus, Cristo, Paulo ou dos outros por todos, cada pessoa, cada perdido no mundo. Se um calvinista é tão disposto, é uma inconsistência com o calvinismo em vez de um corolário do calvinismo. Esta é uma realidade inquietante. Como calvinista eu negava – duplifalava – a veracidade desta conclusão, mas como calvinista desencantado, sua verdade é inegável.

E quanto aos espantalhos? Piper diz “isto representa a eleição livre e incondicional de Deus antes de sequer termos nascido ou feito qualquer coisa para merecer a bênção de Deus” [ii]. Porém, não estou certo que Piper está incluindo o exercício da fé como meritório, é comum para calvinistas acusar qualquer um que creia que Deus condiconou a recepção da salvação à fé como adicionar obras. Esta caricatura pelos calvinistas é na realidade um espantalho não-bíblico. A Escritura é clara que a oferta de salvação é incondicional, mas a condição de recebê-la é a fé habilitada pela graça (Jo 3:16, 8:24).

Além disso, o crente não leva crédito pela fé porque não existe absolutamente nenhum mérito na fé, porque fé é a antítese de obras (Rm 4:2-5). Fé é o meio para receber, não a razão para receber. Fé é desistir de si mesmo e colocar toda esperança em outrem. Fé é o total abandono de toda e qualquer esperança de oferecer qualquer coisa de nós mesmos para obter favor divino ou firmar a nós mesmos diante de Deus. Além disso, fé é a condição para receber salvação, mas não a condição para a oferta da salvação (Ef 2:8-9). Ademais, a razão para uma pessoa ser capaz de receber é a graça de Deus. Fé é um dom de Deus, mas não no sentido de Deus somente dando o dom a alguém. Fé é um dom de Deus porque dá ao homem a capacidade de crer, a possibilidade de crer, o conteúdo do crer, a persuasão da verdade, e a habilitação do indivíduo para a fé[iii].

Paulo afirma “Portanto, é pela fé, para que seja pela graça; a fim de que a promessa seja firme a toda a descendência, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai de todos nós” (Rm 4:16. Veja também Rm 10:3-5). Portanto, a declaração de Paulo de que fé é de acordo com a graça está em direto contraste com os pronunciamentos de muitos calvinistas. Portanto, sendo de acordo com a graça, ela não é de forma alguma meritória ou obra. John Walvoord nota, “Responder em fé à promessa de Deus não é meritório, porque a promessa floresce de Sua graça, Sua disposição em favor daqueles que merecem Sua ira. O exercício humano da fé é simplesmente a resposta pré-requisito da confiança em Deus e na Sua promessa. Desde que fé e graça andam juntas, e desde que a promessa é pela graça, a promessa só pode ser recebida pela fé, não pela Lei”[iv].


[i]John MacArthur, Revelation 12-22, 49 (Chicago, Ill.: Moody Press, 2000).

[ii] http://www.desiringgod.org/resource-library/taste-see-articles/late-night-meditations-on-the-book-of-life accessed 4/9/11

[iii] Robert E. Picirilli, Grace, Faith, Free Will – Contrasting Views of Salvation: Calvinism and Arminianism, (Nashville: Randall House, 2002), 167.

[iv]John F. Walvoord, Roy B. Zuck and Dallas Theological Seminary, The Bible Knowledge Commentary : An Exposition of the Scriptures, (Wheaton, IL: Victor Books, 1983-c1985), 2:454. Walvoord é um calvinista de quatro pontos. Consequentemente, ele pode colocar regeneração antes da fé, mas eu não estou certo sobre, então eu tomo esta afirmação em seu valor de face.

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Autor: Ronnie Rogers

Título Original: The Lamb’s Book of Life: Who’s In and Who’s Out? By Ronnie Rogers – Part 4 of 4

Fonte: http://sbctoday.com/2012/07/21/the-lamb%E2%80%99s-book-of-life-who%E2%80%99s-in-and-who%E2%80%99s-out-by-ronnie-rogers-%E2%80%93-part-3-of-4/

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Traduções Crédulas: A Fundação da Eleição Corporativa por JCFreak

Mais uma para a conta da eleição corporativa! Aqui é simples: Martin Glynn associa o panorama do AT para definir a eleição, e com isso formar a base para a mesma no NT.

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Traduções Crédulas: O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte III de IV

O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte III de IV

Por que o duplifalar? Como mencionado em diversas ocasiões ao longo do livro, no calvinismo existe um problema que eu chamo de duplifalar. Pelo uso deste termo, eu não estou implicando imoral ou clandestina trucagem. Nem estou sugerindo engano conspiratório. Eu devo admitir que após refletir sobre meu tempo de calvinista, eu fiz a mesma coisa. Eu não o fiz por maus motivos, intenção de enganar, ou por causa de uma falta de desejo de ser fiel à Escritura – nem eu impugno assim meus irmãos e irmãs calvinistas.

Como matéria de fato, após refletir, eu o fazia porque eu cria no calvinismo e na Escritura. Isto trazia conflitos que requeriam respostas inconscientes ou pelo menos impensadas aos conflitos, o que eu agora vejo como duplifalar. Este duplifalar obscurece as duras realidades do calvinismo e as inconsistências entre a Escritura e o calvinismo; o que eu estou a descrever agora como as realidades desconfortantes do calvinismo. Ou existia uma inconsciência da séria deficiência entre o calvinismo e a leitura simples da Escritura, ou eu simplesmente estava indisposto a encarar estas disparidades diretamente. Às vezes, uma falta de reflexão pode ter sido mais fácil que embarcar na bastante desconcertante e incerta jornada que eu eu estava pelos últimos treze anos. Também, eu não tinha o conhecimento e nem a habilidade de vê-las tão claramente ali o tanto quanto eu tenho agora. Por duplifalar, eu me refiro às inconsistências entre os dogmas irredutíveis e a lógica do calvinismo, e às falas, escritos, orações etc. de alguns calvinistas. Isto é particularmente pronunciável em áreas como missões, orações, pregação, e comentários escritos e falados que parecem aliviar ou suavizar as duras realidades do calvinismo. Na realidade, é este duplifalar, o qual eu mesmo me achava tolerante, que eu lia e ouvia calvinistas recitando, todos os quais eu estimo como homens e mulheres piedosas, que estimularam meu desencanto.

O duplifalar é ou uma tentativa inconsciente de evitar pessoalmente as duras realidades do calvinismo ou uma indisposição de inadvertidamente expressas os realmente irredutíveis dogmas, lógicas, corolários, e as austeras verdades do calvinismo para aqueles que são menos encantadoras com os poderes explanatórios do calvinismo. Pode ser também que seja apenas falta de entendimento dos verdadeiros ensinos do calvinismo, da Escritura, ou de ambos. Em minha opinião, enquanto calvinistas continuam a declarar infrequentemente ou evitar afirmar estas inflexíveis e biblicamente impalatáveis verdades, eles continuarão a dar as mesmas respostas vazias aos dilemas criados pelo calvinismo, como por exemplo “isto é um mistério” ou algum duplifalar. Existem alguns calvinistas que procuram sem embaraço celebrar estas duras realidades do calvinismo, e eu os aplaudo por sua abordagem direta, ainda que não pela sua corretude.

Por muitos anos eu via a simples gerência de passagens sem invocar as duras realidades do calvinismo, proclamações sobre missões ou a perda que parece estar de acordo com o espírito e letra da Escritura, orações ausentes dos corolários lógicos do calvinismo, e paixão dirgida a perseguir e persuadir os perdidos a se arrepender, como um tipo mais suave e gentil de calvinismo. Agora eu vejo esras expressões como calvinismo inconsistente – duplifalar. Eu não mais admiro tais sentimentos, mas desejo a exposição de tais incongruências como o que elas são, duplifalar. Minha oração é que alguns vejam este nebuloso duplifalar também e sejam atraídos pela simples e direta mensagem da Escritura e portanto se tornem calvinistas desencantados. No que se segue estão alguns exemplos de duplifalar, os quais, se lidos sem o entendimento das crenças calvinistas dantes mencionadas, não veria tais inconsistências entre a Escritura e o calvinismo.

Por um lado, Piper afirma que o livro contendo os nomes dos que estão “seguros no amor soberano eletivo de Deus”[i]. Isto é seguido pela sua afirmação que “o livro da vida é sinônimo da lista daqueles que são eleitos e predestinados para a vida eterna”[ii]. Esta eleição incondicional para salvação é trazida à tona com graça monergística eficaz. De acordo com Piper e com calvinistas, os eleitos serão irresistivelmente trazidos para Deus, irresistivelmente regenerados, e igualmente irresistivelmente, apesar de livremente, exercer fé a partir de suas novas natureza e desejos.

Piper fala da graça irresistível, “Quando uma pessoa ouve uma chamada do pregador para o arrependimento, ela pode resistir a este chamado. Mas se Deus lhe concede arrependimento ela não pode resistir porque o dom é a remoção da resistência. Não estar disposto a se arrepender é o mesmo que resistir ao Santo Espírito. Então Deus dar arrependimento é o mesmo que remover a resistência. É por isso que chamamos a esta obra ‘graça irresistível'”[iii]. Conversamente, ele diz dos não-eleitos, “Exceto pela contínua exerção de graça salvífica, nós sempre usaremos nossa liberdade para resistir a Deus”[iv]. Novamente ele estabelece, “A natural dureza de nossos corações nos faz indispostos e incapazes de voltar do pecado e confiar no Salvador. Portanto a conversão envolve o milagre do novo nascimento. Este novo nascimento precede e habilita fé e arrependimento”[v]. Portanto, de acordo com Piper, os não-eleitos não podem crer, não podem ser salvos, não podem exercer fé, e não podem receber a oferta da salvação porque Deus não os escolhera para regeneração. Se Ele os tivesse escolhido, eles teriam e haveriam sido salvos.

Então, em outro artigo em seu website ele diz “Eu creio que Cristo morreu como substituto para pecadores para prover uma oferta bona fide de salvação a todas as pessoas, e que ele tem um projeto invencível em sua morte para obter sua noiva escolhida, a saber, a assembleia de todos os crentes, cujos nomes foram eternamente escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto (Jo 3:16, Ef 5:25, Rv 13:8 )”[vi]. Então a morte de Cristo obteve uma “oferta bona fide de salvação para todas as pessoas”, o que inclui todos os não-eleitos, que não apenas não crerão para salvação, mas que não podem crer para salvação. Isto levanta a questão, de que forma qualquer um pode considerar a oferta como sendo bona fide se existe uma decisão predeterminada, inalterável, e invencível pelo soberano Deus do tempo e da eternidade que eles não poderiam receber tal oferta? Isto é duplifalar e uma inquietante realidade.


[i] http://www.desiringgod.org/resource-library/taste-see-articles/late-night-meditations-on-the-book-of-life accessado 9/4/11

[ii] http://www.desiringgod.org/resource-library/taste-see-articles/late-night-meditations-on-the-book-of-life accessed 9/4/11

[iii] John Piper, “Irresistible Grace” in What We Believe About the Five Points of Calvinism, (copyright Desiring God.org, revised March 1998, http://www.desiringgod.org/resource-library/articles/what-we-believe-about-the-five-points-of-calvinism/print).

[iv] Piper, “Irresistible Grace” in What We Believe.

[v] Piper, Desiring God, 62.

[vi] http://www.desiringgod.org/blog/posts/saying-what-you-believe-is-clearer-than-saying-calvinist?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed:+DGBlog+(DG+Blog)#accessed 9-4-11


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Autor: Ronnie Rogers, Site: http://sbctoday.com/2012/07/20/the-lamb%E2%80%99s-book-of-life-who%E2%80%99s-in-and-who%E2%80%99s-out-by-ronnie-rogers-%E2%80%93-part-2-of-4-2/

Título Original: The Lamb’s Book of Life: Who’s In and Who’s Out?- Part 3 of 4

Fonte: http://sbctoday.com/2012/07/20/the-lamb%E2%80%99s-book-of-life-who%E2%80%99s-in-and-who%E2%80%99s-out-by-ronnie-rogers-%E2%80%93-part-2-of-4-2/

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

Traduções Crédulas: Como Funciona a Eleição Corporativa por JCFreak

Pois bem, já faz quase dois anos que estou com esta tradução engavetada! Este é um post de uma série meio perdida do JCFreak, sobre eleição corporativa. Entenda estes como sendo uma introdução light ao tema.

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Traduções Crédulas: O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte II de IV

O Livro da Vida do Cordeiro: Quem Está Dentro, Quem Está Fora? – Parte II de IV

O que o texto não diz? Nem 13:8 nem qualquer outra referência ao livro estabelece o fator decisivo sobre como os nomes vêm a estar no livro. Calvinistas tratam a passagem como se ela estabelecesse o fator determinante, que é a determinação de Deus em eleger alguns para salvação, e portanto registrar seus nomes; porém, ela não o faz.

Ela nos diz que os nomes foram gravados antes da fundação do mundo, e nenhum destes nomes será removido (Rv 3:5). Isto não nos diz por que alguns nomes foram postos no livro e outros não. Portanto, do texto somente, nós só podemos derivar certeza mas não causalidade, e segurança mas não processo seletivo. Para confirmar, a passagem nada nos fala acerca de como o nome de uma pessoa está nele apesar da certeza de os calvinistas de que isto é devido aos propósitos eletivos monergísticos de Deus. Deve-se deixar a passagem dizer o que ela diz, e mais nada, e então olhar em outros lugares para estabelecer o determinante para os nomes serem inseridos ou excluídos do livro.

Adicionalmente, estes tipos de versos que mencionam o passado eterno, eleição, predestinação etc. levam a ser reflexivamente imbuídas com o calvinismo de tal forma que o texto parece realmente reforçar esta crença e aqui parece não haver outra resposta bíblica plausível. Como em todas as passagens deste gênero, a simples afirmação deste verso bem como a de outros versos relevantes precisa ser levada em conta. Duas passagens, uma do início da empreitada missionária da igreja e uma que fala diretamente da época da besta, encapsulam a grande verdade do que determina se um nome está ou não no livro da vida.

Paulo diz “9 a esse iníquo cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás com todo o poder e sinais e prodígios de mentira,
10 e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos” (2Ts 2:9-10). O iníquo, i.e. a besta ou anticristo, opera falsos sinais e incontáveis enganos durante a tribulação, e aqueles que ele engana perecem – vão para o inferno. Note que o verso 10 afirma que a razão para eles sucumbirem ao engano e portanto perecerem é porque não receberam o amor da verdade para que fossem salvos. Agora, de uma leitura simples do verso, sua culpa não é por não terem sido inscritos no livro, mas em vez disso eles não foram inscritos no livro porque se recusaram a crer na verdade do evangelho para salvação.

Uma leitura imparcial desta passagem indica claramente que eles poderiam ter aceitado o amor da verdade e serem salvos, e portanto sua rejeição é o único determinante de seu nome ter sido excluído da salvação e não ter sido gravado no livro da vida. Portanto, nomes estão no livro da vida do Cordeiro porque Deus sabia que eles receberiam o amor da verdade pela fé habilitada pela graça.

Deus sabia que eles receberiam o amor da verdade pela fé habilitada pela graça. Obviamente, eu estou rejeitando o ubíquo coro do calvinismo; claro, eles não receberam o amor da verdade porque não foram eleitos, e esta é a única coisa que os não-eleitos podem fazer. Este entendimento é derivado do calvinismo, e não do texto.

A segunda passagem é a de Atos 13, que descreve a primeira jornada missionária onde Barnabás e Paulo foram enviados da igreja em Antioquia (versos 1-3) e então foram a Perge, e chegaram em Antioquia da Pisídia. Ali eles entraram a sinagoga no Sabbath e pregaram acerca de Cristo desde as promessas feitas aos seus pais até o cumprimento feito em Cristo (versos 14-41). A mensagem concluída com as seguintes palavras,

38 Ficai sabendo, irmãos, que por seu intermédio é que vos é anunciada a remissão dos pecados. A justificação completa que não pudestes obter pela Lei de Moisés,

39 obtê-la-á por meio dele todo aquele que crê.

40 Tende, pois, cautela, para que vos não aconteça o que se diz nos profetas:

41 Olhai, vós, os desdenhosos,

admirai-vos e desaparecei!

Porque Eu vou fazer uma obra em vossos dias,

obra em que não acreditaríeis,

se alguém vo-la contasse.»

{Atos 13:38-41} – itálico acrescido

Ler ou ouvir tal proclamação sem o filtro do calvinismo, claramente vemos que Cristo coloca uma real escolha diante dos ouvintes. Primeiro, o vós a quem ele fala é o mesmo vós a quem o perdão dos pecados é proclamado e ofertado, o que implica que todos podem crer. Isto é visto justamente nas palavras simples e também no alerta “Tende, pois, cautela”. Baseado na oferta de perdão para vós, cada um de vós precisa agir tal que o julgamento não venha sobre vós. O julgamento predito é evitado ou incorrido baseado em se eles atentarão ou não a mensagem para receber o perdão dos pecados. Não é que eles não possam crer devido ao julgamento, mas em vez disso eles são julgados se não ouvirem o alerta e receber salvação de Cristo.

Portanto, em ambas as instâncias, bem como ao longo da Escritura, seu julgamento foi devido à rejeição de um perdão genuinamente ofertado em vez de alguma anotação secreta eletiva de seus nomes em um livro; além disso, seus nomes estão seguramente no livro garantindo sua salvação em vez de causando-a. Lembre-se, Deus sempre soube aqueles que certamente exerceriam fé habilitada pela graça e portanto anotou seus nomes no “livro da vida” na eternidade passada. A oferta de salvação por parte de Deus é incondicional, mas Ele soberanamente fez a fé hamilitada pela graça a condição para receber a salvação e portanto ter seu nome inscrito no livro da vida (Jo 1:12). Infelizmente, calvinistas confundem certeza e causalidade.

META

Autor: Ronnie Rogers, Site: http://sbctoday.com/2012/07/19/the-lamb%E2%80%99s-book-of-life-who%E2%80%99s-in-and-who%E2%80%99s-out-by-ronnie-rogers-%E2%80%93-part-2-of-4/

Título Original: The Lamb’s Book of Life: Who’s In and Who’s Out?- Part 2 of 4

Fonte: http://sbctoday.com/2012/07/20/the-lamb%E2%80%99s-book-of-life-who%E2%80%99s-in-and-who%E2%80%99s-out-by-ronnie-rogers-%E2%80%93-part-2-of-4-2/

Tradução: Credulo from this WordPress Blog

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